As três principais dúvidas sobre o evento da Apple em setembro

O que acontecerá com o catálogo atual de produtos assim que um novo for lançado?

Foto: Jason Snell
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Com o anúncio de que o evento anual de setembro da Apple chegará em pouco mais de uma semana, é hora de fazer um balanço do que sabemos sobre os próximos planos da Apple e, mais importante, do que queremos saber.

Embora todos possamos nos sentir bastante confiantes com a previsão de que a Apple lançará novos iPhones, além de recapitular as atualizações mais recentes de suas plataformas de software iOS e watchOS, ainda há muitas perguntas sobre os detalhes desses anúncios. Além disso, como sempre, há muita especulação sobre o que mais a Apple pode lançar. Fora os telefones, o evento de setembro viu desde atualizações da Apple TV a iPads, AirPods, Apple Pencils e iMacs. É realmente uma incógnita.

Porém, conforme o dia 10 de setembro se aproxima e a internet começa a ler em tempo integral as os principais rumores, escolhi três perguntas – dentre muitas, asseguro – que estou pensando antes de Tim Cook e sua turma subirem ao palco no Apple Park.

Os iPhones deste ano permanecerão por aí?

No ano passado, a Apple lançou o iPhone XS, XS Max e XR, e embora não fosse surpresa que a empresa tivesse um novo telefone principal para mostrar, a Apple quebrou seu padrão tradicional por não manter seu modelo anterior, o iPhone X, no mercado a um preço mais baixo.

Claro, isso fazia um certo sentido. O X marcou uma nova geração de iPhone e a Apple não queria necessariamente manter o modelo do ano passado, fazendo com que o XS se sentisse menos especial e potencialmente canibalizasse as vendas de seu modelo mais recente. Em vez disso, para preencher a lacuna, lançou o iPhone XR, que se encaixava na conta de um telefone mais barato que ainda parecia parte da nova geração do iPhone.

E esse ano? O XS e o XS Max se unirão ao X na pilha de poeira, suplantada por qualquer novo iPhone da Apple que seja lançado? Ou será que a Apple voltará ao seu antigo modo e tornará o XS e o XS Max mais acessíveis para os novos modelos topo de linha? Pessoalmente, minha aposta está na primeira opção, embora o grande coringa seja se o iPhone XR vai ou não ficar junto com os sucessores do XS e XS Max, mantendo sua posição como o “telefone de próxima geração para o resto de nós”.

O Apple Watch Series 5 vem aí?

Meu colega Jason Snell já falou sobre o motivo pelo qual a Apple não precisa lançar um novo Apple Watch todos os anos, mas também houve rumores sobre novos dispositivos Watch aparecendo em registros regulatórios, além de dicas de diferentes materiais de casos, como a adição de titânio e um novo modelo de cerâmica.

A maior questão é o que exatamente um Apple Watch Series 5 adicionaria ao dispositivo vestível. Certamente não seria uma atualização tão significativa quanto o Series 4 do ano passado, que pela primeira vez adicionou uma tela maior e melhor. Finalmente adicionaria uma câmera? Talvez outra tecnologia relacionada à saúde, como novos sensores?

Acho que o conteúdo da Apple permite que o Series 4 continue vendendo bem, mas não descartaria que a empresa colocasse um processador melhor no mesmo chassi. Talvez seja a hora do Apple Watch Series 4S?

Mais informações sobre a Apple TV+?

Já se passaram quase seis meses desde que a Apple realizou seu evento, mostrando uma série de novos serviços que planeja lançar. O principal deles, é claro, é o serviço de streaming sob demanda Apple TV+. Enquanto os trailers dos programas de serviço começaram a ser divulgados, ainda não estamos muito perto de conhecer os detalhes mais importantes do serviço: quando será lançado, quanto custará e se oferecerá algo além do conteúdo próprio da Apple.

Relatórios recentes sugeriram tudo, desde um lançamento de setembro a novembro, o último dos quais o aproximaria muito de outro novo concorrente no espaço, o serviço Disney +. A Disney já anunciou um lançamento em 12 de novembro a um custo de US$ 7 por mês ou US$ 70 por ano. Rumores sugeriram que o serviço da Apple pode chegar perto de US$ 10 por mês, o que seria uma jogada ousada para um serviço que, até onde sabemos, atualmente, apresenta apenas um punhado de atrações originais da Apple.

Duas coisas podem ajudar bastante a tornar esse preço mais agradável aos consumidores já inundados por serviços de streaming. Um deles seria uma biblioteca maior de conteúdo de outros estúdios e redes, o que daria aos consumidores um melhor retorno financeiro. Outro pode ser um preço agregado com os outros serviços da Apple, especialmente o Apple Music, que obviamente já custa US$ 10 por mês.

Obviamente, a Apple pode dizer muito pouco ou nada sobre o Apple TV+, salvando-o para um segundo evento no final do outono. Nesse caso, essa pergunta pode ficar sem resposta.

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