Conheça os estudos científicos mais bizarros

Prêmio Golden Goose Awards 2019 está na oitava edição

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Para quem vê de fora, a ciência pode parecer bizarra, entretanto, existem pesquisas que são excêntricas até mesmo para quem entende do negócio. E, como esquisitice não é o oposto de sucesso, existe uma premiação chamada Golden Goose Awards para celebrar os estudos mais estranhos que já contribuíram grandemente para melhorar a vida humana.

O evento acontece desde 2011 e concluiu sua oitava edição na última terça-feira (10), quando premiou três pesquisas diferenciadas. A primeira delas se chama “O Sangue do Límulo”, animal conhecido, também, como caranguejo-ferradura. Promovido pelos pesquisadores Jack Levin e Frederik Bang, o estudo analisou a circulação usando o sangue do caranguejo, que é altamente sensível a toxinas liberadas por bactérias que causam doenças em seres humanos. Como resultado, criou-se um teste chamado LAL (Limulus Amebocyte Lysate) para detectar endotoxinas em medicamentos, injeções e equipamentos farmacêuticos a serem usados em pessoas.

Outra pesquisa é a intitulada “Autoimunidade Avançada”. Feito pelos médicos Noel Rose e Ernest Witebsky, o estudo apontou que o sistema imunológico dos animais é capaz de atacar as células originárias de seu próprio corpo. Com os resultados foi possível ter outro parâmetro sobre doenças autoimunes, como é o caso do lúpus e da esclerose múltipla.

E por último, mas não menos importante, “A Pele de Sapo que Salvou 50 Milhões de Vidas”. David Sachar utilizou pele de sapo para descobrir o potencial elétrico do intestino humano. Com os resultados, o médico determinou qual a capacidade de absorção de sódio por parte dos pacientes contaminados com cólera – uma doença que causa diarreia grave – e criou um soro: uma solução de glicose e sódio para reidratar pacientes que correm risco de morte.

Vale lembrar que os três estudos foram campeões juntos, sem que houvesse um único vencedor. Para Alan Ashner, CEO interino da Associação Americana para o Avanço da Ciência, comitê que lidera a seleção, a ciência possui maneiras imprevisíveis de transformar o mundo e todos os cientistas que contribuem para isso devem ser reconhecidos pelo seu trabalho que “leva a benefícios humanos tangíveis”.

Fonte: EurekaAlert

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