Estudo indica que acesso gratuito à internet deveria ser direito humano básico

A pesquisa foi realizada pela Universidade de Birmingham

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Um novo estudo revela que a internet deveria ser gratuita para todas as pessoas, e isso pode se tornar um direito básico da humanidade em algum momento.

Pesquisadores da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, revelaram que o acesso à internet não deve ser tratado como um luxo, mas como um direito básico a todas as pessoas que desejam se conectar globalmente. Eles afirmam que a falta de acesso à internet mantém muitas pessoas sem informações importantes.

Eles explicam que a maior parte dos engajamentos acontece online, seja em relação aos direitos básicos da liberdade de expressão, liberdade de informação, discussões políticas, e muitos outros assuntos importantes para todas as pessoas.

“O acesso universal à Internet não precisa custar muito caro – acessar oportunidades politicamente importantes, como blogs, obtenção de informações, ingresso em grupos virtuais ou envio e recebimento de e-mails, não requer a mais recente tecnologia da informação. Os telefones com capacidade para a web permitem que as pessoas acessem esses serviços e o fornecimento público de internet, como em bibliotecas públicas, pode ajudar a colocar as pessoas online”, revelou o Dr. Merten Reglitz, um dos responsáveis pela pesquisa.

O pesquisador também aponta para discursos políticos que foram realizados em parte na internet, como a Primavera Árabe, e são importantes para as resoluções na “vida real”. É claro que a internet não vai resolver tudo, mas o estudo afirma que atualmente é necessário viver conectado na internet para ficar a par de tudo ao nosso redor e, por isso, o acesso gratuito deveria ser um direito básico.

Os pesquisadores deram o exemplo de Querala, uma cidade indiana que declarou que o acesso à internet é um direito básico da humanidade e que deve oferecer a rede para 35 milhões de pessoas ainda neste ano. A União Europeia também lançou o programa WiFi4EU, a fim de oferecer internet gratuita para cidades e vilarejos ao redor dos maiores centros.

Via Eureka Alert

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