Inteligência artificial agora ajuda no treinamento de cães-guias

Com ajuda do Watson, da IBM, os cãezinhos poderão ser melhor treinados para no futuro atuarem como guias de pessoas cegas

Foto: Shutterstock
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A IBM, em parceria com a Guiding Eyes for the Blind, uma ONG norte-americana que treina cães-guia para deficientes visuais, desenvolveu o Smart Collar, um dispositivo que determina quais filhotes são os mais adequados para a tarefa que executarão no futuro.

No decorrer de algumas décadas, a organização sem fins lucrativos coletou informações detalhadas sobre criadores de filhotes, treinadores, mapas genéticos de cães e registros médicos em busca de traçar um perfil para melhorar as taxas de sucesso no processo, que demanda muito tempo e dinheiro – são aproximadamente 20 meses e US$ 50 mil investidos em cada um dos cães.

Pensando nisso, a IBM utilizou o Watson e sua inteligência artificial para analisar informações de meio milhão de registros médicos dentro da organização e mais de 65 mil dados de temperamento, a fim de parear as principais características dos treinadores com os perfis dos filhotes disponíveis.

A previsão é que a taxa de sucesso, que atualmente abrange cerca de 30% dos casos, melhore em 20% com o Smart Collar e aumente o número de cães-guia para atender à demanda enquanto economiza tempo e dinheiro.

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