Mark Zuckerberg critica restrições ao Facebook e defende liberdade de expressão

CEO da rede social discursou na Universidade de Georgetown na última quinta-feira (17)

Foto: Andrew Caballero-Reynolds/Getty
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O Facebook é conhecido por ser uma das redes sociais mais populares ao redor do mundo, mas muitos acreditam que a plataforma acabou sendo responsável por espalhar fake news durante o período eleitoral e, assim, ajudar na eleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Mark Zuckerberg acredita que a situação deve permanecer assim, por isso foi à público defender a liberdade de expressão.

Na última quinta-feira (17), o fundador do Facebook fez um discurso na Universidade de Georgetown sobre o que acredita ser a liberdade de expressão. Zuckerberg expressou seus sentimentos sobre as reguladoras que questionam os valores que as empresas devem ou não passar. Para ele, o mercado deve ter expressão própria e opinar da maneira que achar melhor, sem restrições.

A rede social tem sido pressionada a aplicar restrições aos conteúdos mais pesados, como ódio, desinformação e terrorismo. Porém, o CEO não quer limitar as pessoas, mesmo quando o problema é em relação a desinformação. Também foram realizadas críticas ao governo chinês, conhecido por regular a internet de forma autoritária.

“Não acho que as pessoas querem viver num mundo onde você só pode dizer coisas que as empresas de tecnologia determinam que são 100% verdadeiras. Acho que essas são tensões com as quais temos que conviver”, disse Zuckerberg. Uma das críticas ao Facebook foi por conta de uma publicidade para a campanha presidencial de Donald Trump em 2020. No anúncio, há trechos distorcendo informações sobre o ex vice-presidente Joe Biden, do governo de Barack Obama.

No Brasil aconteceu algo semelhante, mas acusaram o presidente Jair Bolsonaro por usar o WhatsApp para espalhar fake news em massa. Recentemente, publicamos aqui na PCWorld Brasil que o WhatsApp admitiu que foram disparadas mensagens em massa durante o período eleitoral em 2018.

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