Óculos de realidade virtual Project Alloy da Intel chegam em 2017

PC World / EUA
05 de janeiro de 2017 às 07h40
Por enquanto única informação dada pela empresa é que o aparelho chega no quarto trimestre deste ano e será vendido por parceiros

A Intel está falando sério sobre levar seu headset de realidade virtual Project Alloy para o grande público. Nesta quarta-feira, 4/1, durante  conferência de imprensa na CES 2017, o CEO da companhia, Brian Krzanich afirmou que o produto será lançado no quarto trimestre de 2017 – cerca de um ano e meio após o aparelho ter sido anunciado no Intel Developer Forum, em San Francisco.

Ainda não se sabe quanto o Project Alloy vai custar, nem mesmo qual companhia vai produzi-lo. Krzanich afirmou que os headsets serão disponibilizados por meio de parceiros da Intel, mas não revelou nada mais além disso.

O Project Alloy foi desenvolvido para fornecer uma maneira para as pessoas experimentarem a realidade virtual sem precisarem se conectar a um computador. O headset também possui câmeras frontais para analisar o ambiente em que os usuários estão e fazer com que também seja uma parte da experiência de realidade virtual.

No momento, os entusiastas de realidade virtual possuem duas opções quando o assunto são headsets. Usar um aparelho mais pesado como o Oculus Rift ou o HTC Vive, ligado a uma máquina, ou encaixar um smartphone em um headset mobile como o Google Daydream View ou o Samsung Gear VR. O Project Alloy deve fornecer um meio termo para os usuários.

Para fazer tudo isso funcionar, o Project Alloy conta com um processador Intel, duas câmeras RealSense, uma bateria, tela, fones de ouvido e mais em um único pacote que os usuários poderão usar em suas cabeças. Aplicativos feitos para aproveitar o Alloy poderão ser configurados em um modo de realidade mista, para sobrepor os objetos digitais no ambiente ao redor do usuário, ou substituir esses arredores inteiramente com novas imagens digitais.

Uma demonstração realizada pela Intel na CES 2017 mostrou dois homens jogando um game de tiro em uma sala de estar, com o sofá e uma cadeira substituídos no jogo por outros objetos digitais como um bunker.

O HTC Vive e o Oculus Rift permitem que os usuários se levantem e se movam enquanto jogam, mas sempre há o risco de tropeçar em cabos, e as salas precisam ser configuradas de uma maneira específica para suportarem os headsets. 

Mas vale notar que a Intel não é a única se mexendo. A própria Oculus já prepara um aparelho independente no estilo do Project Alloy.

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Reviews

Mais reviews

Belo design, capas coloridas permitem personalizar o aparelho
Tela grande e de ótima qualidade
Bom desempenho e autonomia de bateria
Tem slot para cartões microSD

Câmera traseira tem foco fixo
Não tem flash
Não tem câmera frontal
Só 4 GB de memória interna

Desempenho excepcional
Excelente autonomia de bateria

Tela tem péssima qualidade de imagem
Grande e desengonçado