Dez coisas que odiamos na Microsoft

Por Redação PC World (EUA)
24/07/2007 - 13h06 - Atualizada em 24/07/2007 - 15h02
Apenas 10? Sim, mas estas críticas estão longe de ser “fichinha” como alguns podem estar pensando

Apenas 10? Sim, mas estas críticas estão longe de ser “fichinha” como alguns podem estar pensando

ms_odiamos150É fácil falar de alguns produtos específicos da Microsoft, mas, para esta lista, iremos mais a fundo. Vamos falar de artigos que levam a marca de Bill Gates e de aspectos e posturas que não a tornam, assim, algo “de ponta”.

1. O lance dos nomes
ms_odiamos40Se você acha o nome de algum lançamento da Microsoft confuso e pouco funcional, espere até que ele seja relançado. Aí sim, você verá o que é uma nomenclatura desnecessária. Os exemplos são inúmeros e vão do Windows Live Search Powered by Virtual Earth (doravante MSN Virtual Earth) ao ASP.NET Web Service (antes Managed C++ Web Service). Estranhos? Sim, mas todos com algo em comum: não resultaram em produtos exatamente melhores.

:: Leia também: Coisas que amamos e odiamos na Apple

Compare essa característica à Apple, que usava apenas uma palavra (iMac) para nomear três computadores bem diferentes na década passada. Mas, ao menos, a Microsoft sabe que isso tem um problema: este famoso vídeo, que teoriza sobre o possível nome que o iPod teria se houvesse saído de Redmond (ele se chamaria I-pod Pro 2005 Human Ear Edition with Subscription), produzido pela própria Microsoft.

2. Padrões despadronizados
ms_odiamos40Ninguém gosta de ler documentos padronizados - eles são muito chatos. Talvez seja por isso que a Microsoft constantemente ignore as regras da web estabelecidas pelo consórcio World Wide Web (WWW) no que diz respeito ao browser Internet Explorer (ou também pelo fato de que ela domina 70% do mercado de navegadores, segundo uma pesquisa feita recentemente nos Estados Unidos).

Como o IE não segue as regras, desenvolvedores de sites têm de escrever códigos que combinem, ao menos, dois padrões; caso contrário, as páginas não serão exibidas corretamente se o usuário navegar com o browser “errado”. Ora, vamos lá, Microsoft! É mesmo tão difícil assim jogar bola com o resto das crianças no recreio?

E ainda fica a misteriosa questão: como pode uma companhia com tantos desenvolvedores não criar páginas que funcionem no Firefox?
3. Ela não se recicla
ms_odiamos40Nós temos certeza de que fazer a primeira versão do Windows e do Internet Explorer não foram tarefas exatamente fáceis. Por isso, até conseguimos compreender o porquê de tanta relutância em abandonar estes produtos. Mas, a certo ponto (digamos, uma década ou duas após) é hora de lançar coisas novas. Em Redmond, entretanto, essa hora parece nunca chegar.

Nós ainda temos o Windows predominando nos PCs e, em vez de a Microsoft melhorar algo extremamente detestável, como a segurança para usuário do sistema, ela manteve o setup básico do XP no Vista e atualizou-o com o chatérrimo Controle de Acesso do Usuário.

O mesmo vale para o Internet Explorer 7. A Microsoft manteve praticamente o mesmo código de programação do IE 6, conhecido como o programa mais atacado do mundo, em vez de abandoná-lo e começar tudo de novo. E não levou muito tempo para que hackers encontrassem falhas que deixaram tanto o IE 6 quanto o IE 7 vulneráveis. Tudo bem que começar tudo de novo significa perder a compatibilidade com outros programas antigos, mas se o resultado for um sistema mais estável e seguro, temos certeza de que muitos topariam a mudança.

4. Atitude “benevolente”
ms_odiamos40Nós não culpamos a Microsoft por se melindrar acerca do fato de que o Windows é a aplicação mais pirateada do planeta. Nós até concordamos com as medidas que ela toma para brecar a prática. Mas o sistema de proteção contra cópias Windows Genuine Advantage tem uma porção de problemas jogados em cima de quem realmente possui uma cópia legítima do programa.

A parte mais grave disso é a campanha de marketing pela “experiência WGA” que insiste em dizer que passar por esta mazela é um grande benefício para nós, pobres usuários. Como se fôssemos perder o sono apenas por suspeitar que nossa cópia do programa é ilegal.

A WGA seria menos insuportável se a Microsoft tratasse seus clientes como adultos e simplesmente dissesse: “pedimos desculpas por lhes fazerem passar por estas privações, mas isso nos ajuda a garantir que não teremos nosso software pirateado”.

5. Onipresença
ms_odiamos40A Microsoft existe porque, há 32 anos, um colegial foi bem-sucedido na idéia de lançar um novo produto no mercado – a linguagem BASIC. Mas, assim que o negócio decolou, a empresa arrumou formas de impedir que seus parceiros oferecessem softwares competitivos advindos da próxima geração de companhias pequenas e inovadoras.

Apesar das medidas antitruste governamentais terem suavizado o comportamento mimado da gigante, temos a impressão de que um efeito implícito permanece vivo.

Muitos revendedores de informática não se arriscam encarar a colossal corporação. Se isto ainda não fosse parte importante de seus balancetes, por que haveria de ter levado tanto tempo até que empresas como a Dell resolvessem oferecer PCs equipados com Linux?
6. Bill Gates é uma influência má
ms_odiamos40Um cara que deixou Harvard antes de se graduar e hoje é o segundo homem mais rico do mundo é uma influência para estudantes com tendências dissidentes. Crianças, não o imitem!

7. Os sons feiosos do sistema
ms_odiamos40Com o número de “bips” e “bóings” que o Windows emite, até mesmo o melhor sistema soaria velho rapidamente. Mas a Microsoft vem se aprimorando no assunto desde que os computadores começaram a suportar sons. E desde que a empresa passou a prover sistemas operacionais para milhões de equipamentos, estes sons entediantes se disseminam em todos os lugares.

Imagine que um dos editores de PC WORLD escutou o ding.wav duas vezes a caminho do trabalho – uma no terminal de atendimento do banco e outra ao comprar o tíquete do metrô. 

8. Nada é de graça
ms_odiamos40Uma rápida olhada no mundo contemporâneo do software e dos serviços sugere que o “in” é ser gratuito. O Google, por exemplo, concede o Google Earth, o Google Desktop, o software de edição de fotos Picasa e muitos outros itens top de linha. O Yahoo oferece widgtes e o site de compartilhamento de imagens Flickr.

Mas a Microost parece não ter entendido a mensagem. Com esparsas exceções, se você quer um software da marca, saque a carteira. O site do Office Live seria um grande palco para oferecimento de versões limitadas de Word, Excel e Powerpoint, e eles poderiam competir com o Google Docs e Spreadsheets.

Em vez disso, a URL sedia uma porção de ferramentas que não têm nada a ver com a produção que o próprio nome da página promete.

9. Ela é careta
ms_odiamos40Tal e qual um adolescente deslocado na escola, a Microsoft parece ter nascido desprovida do gene “cool”. A empresa lança o Zune, um suposto “matador de iPod”, e o melhor que consegue fazer é aparecer com um slogan “welcome to the social” (algo como, “bem-vindo ao clube”; dãã!). Será que também vinham pirulitos incluídos na embalagem?

Mesmo quando a Microsoft produz algo inegavelmente bacana, como o Xbox, ela não consegue limpar sua barra como uma companhia caretona.

10. Fanáticos por funções

ms_odiamos40Apple e Microsoft serão sempre o yin e yang da tecnologia. A Apple, por exemplo, lança um celular com um único botão quando muitos usuários desejariam que ele tivesse alguns a mais. Já a Microsoft lança softwares com tantas funções que muitos usuários simplesmente não conseguem encontrar o que precisam. Aí, eles relançam o produto com mais funções ainda.

Na realidade, a mais recente versão do Office foi o primeiro update de software da suíte que não incluía toneladas de novas funcionalidades. A principal mudança foi o redesenho da interface. E por que mudá-la? Porque os gerenciadores do produto diziam que as pessoas não podiam localizar os botões, atalhos e facilidades que o Office já tinha.

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