Review: O Catastrófico Onechanbara

Mesmo com zumbis, espadas, muito sangue e garotas seminuas o game é um fiasco. Saiba os motivos.

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Quando o game Onechanbara é escolhido em uma prateleira, o jogador pode ser enganado pela proposta de um game de samurai, com criaturas medonhas sendo cortadas em pedaços por garotas seminuas.

Na verdade isso é um disfarce, uma máscara para um game sem criatividade ou desafios e ainda com gráficos ruins.

Logo de início o jogador é obrigado a passar por cinco minutos de texto, numa abertura tão emocionante e compreensível quanto um jogo de gamão no deserto, narrado de maneira pobre pela protagonista Aya, que aparenta ser a descendente de uma linhagem antiga.

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Aya parece uma cowgirl que acabou de passar por um acidente, no qual grande parte de sua roupa foi rasgada e deteriorada, conservando o chapéu típico e badulaques inexplicáveis. Mesmo com algumas opções de configuração, o figurino, ou falta dele, não melhora.

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Tanto na versão para Xbox 360 como para Wii, o game apresenta gráficos ruins, que no caso do Xbox não utilizam nada do potencial do console. Além desse problema, o título apresenta uma lentidão excessiva na ação, história e animações.

Outro ponto falho do game é a falta de desafio. A facilidade com que zumbis são picotados e enviados para o além, junto com chefes e batalhas especiais ruins, torna o game acima de tudo cansativo, chato.

Portanto, quando se deparar com a caixa de Onechanbara, tenha em mente que ele poderá ser lembrado, pelo resto de seus dias, como uma péssima investimento.

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