Trabalhar com games exige disciplina e flexibilidade

Brasil é o 13º maior mercado e movimentou R$ 5,6 bilhões no ano passado, com forte crescimento de jogos online e eSports

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Com um total de 75,7 milhões de jogadores, não há como negar que o Brasil é um país “gamer”. Somente em 2018, foi movimentado cerca de R$ 5,6 bilhões, conforme a consultoria Newzoo. A cifra posiciona o país como o 13º maior mercado de games do mundo.

O avanço do segmento tem tudo a ver com o crescimento dos jogos online e da modalidade eSports, competições profissionais de games transmitidas por TV ou canais de streaming. Mas não só isso: as oportunidades estão também em jogos para PC e projetos de gamificação para empresas.

Um exemplo do “boom” do mercado brasileiro de games é o crescente número de empresas desenvolvedoras de jogos digitais. Entre 2014 e 2018, o número de empresas saltou 182%, atingindo 375 no início do ano passado, segundo o 2º Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais, realizado pela Homo Ludens.

Um dos caminhos para entrar nesse segmento é trabalhar em um estúdio de desenvolvimento de games. Uma gama ampla de profissionais está sendo requisitada: programador, artista 2D ou 3D, UI e UX designer, analista de BI, marketing e até distribuição.

Se você deseja trilhar uma carreira nesse mercado, não deixe de acessar a matéria completa na IT Trends, plataforma voltada para preparar profissionais para os desafios da era digital. Lá você vai encontrar o perfil de profissional que as empresas estão buscando, as recomendações para quem está começando e as dicas do CEO da produtora de games Sioux Group e ex-executivo da Microsoft, Guilherme Camargo.

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