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5 dicas que podem salvar seu smartphone durante as férias

Levar smartphone para a praia é risco, tenha certeza. Mas se você não pode evitar, confira as dicas de primeiros socorros para crises com sol, água e areia

Da Redação

16/12/2018 às 14h09

Foto: Shutterstock

Férias e smartphone combinam? Depende. É claro que você quer levar seu smartphone para fazer fotos e selfies e mandar mensagens, mas há certos lugares, como praia, piscina e outros locais aquáticos, onde o potencial de danos para o aparelho pode superar as vantagens se você não tiver cuidado. Deixar o celular cair na piscina, no mar ou ficar com o aparelho exposto ao sol, são acidentes comuns durante as férias de verão.

Segundo Tatiana Moura, fundadora da startup Fix Online, o número de celulares que aparecem quebrados nas férias aumenta em 30%. "Nos deparamos com todo tipo de caso. Desde o aparelho que caiu na água da piscina, até aquele com os orifícios entupidos de areia". A especialista reuniu uma série de dicas de "emergência" que podem ajudar a salvar seu aparelho até conseguir chegar na assistência técnica. Confira:

1) O celular caiu na piscina. E agora, o que fazer?

"Não ligue o aparelho", alerta Tatiana. Se o celular cair na água, o correto é não apertar nenhum botão, mantê-lo desligado e levá-lo o mais rápido possível para uma assistência técnica onde vai receber o banho químico que seca o excesso de água no celular e interrompe o processo de corrosão, que é muito rápido.

Sobre colocar o celular dentro da lata de arroz cru, é uma medida apenas paliativa, pois o arroz pode até absorver a água superficial, mas não vai conseguir secar o interior do aparelho, onde está a água que vai prejudicar a placa.

2) Celular cheio de areia, como se deve limpá-lo?

O grande problema do celular cair na areia é que ela pode obstruir as entradas e pequenos orifícios do aparelho, como entrada de fone de ouvido, saída de som e o conector de cabo de carga. A sugestão novamente é não tentar resolver o problema com recursos domésticos, como usar uma agulha para tirar a areia, pois há o risco de empurrar os grãos mais para dentro do telefone. O risco é ainda maior se a areia for empurrada para dentro do conector de carga, porque o grão pode danificar todo o local. "O que era para ser uma simples limpeza, que muitas vezes não é nem cobrada, passa a ser um problema muito maior, com um custo grande".

3) Tela e vidro rachados, há conserto?

Um dos acidentes mais comuns com celulares, principalmente durante viagens, é a queda do aparelho. Sem proteção, costuma ocasionar a quebra do vidro ou tela do telefone. Se acontecer, não entre em pânico achando que terá de trocar todo o conjunto. Procure uma assistência técnica de confiança que fará a avaliação correta. Em 95% dos casos a quebra é apenas do vidro, não do LCD, segundo Tatiana. A troca somente do vidro, gera uma economia de 70% no orçamento.

Para saber se há a necessidade de fazer a troca completa, procure por manchas e riscos profundos e veja se o touch funciona. "Se a tela estiver sem manchas, sem riscos e com o touch normal, não há a necessidade de mexer no LCD". Se for necessário trocar, avalie o valor: se a troca custar mais do que 30% do valor do aparelho pode ser melhor comprar um novo.

4) Celular que caiu no mar, tem salvação?

Se deixar o celular cair na piscina já é uma dor de cabeça, na água do mar é muito pior. A água salgada é extremamente corrosiva e age no aparelho como se fosse um ácido, corroendo toda a placa do telefone. A má notícia: "as chances de recuperar um celular que caiu no mar são quase zero. A tela até pode funcionar, mas há riscos de muitos danos, no wifi, fone de ouvido ou conector de carga".

Portanto a melhor dica aqui é: não leve para o mar. Mesmo os aparelhos que possuem fator de proteção IP68, ou seja, são resistentes a água, não podem ser utilizados no mar. O fator de resistência vale para até determinada profundidade e sempre em água doce.

5) Excesso de sol faz mal para o celular?

Na hora de pegar aquele solzinho, é essencial proteger o celular dos raios UV's. Quando o celular fica muito exposto ao sol, a bateria do aparelho pode inchar, empurrando a tela para fora e causando rachaduras no vidro. Portanto, sombra, muita sombra para que seu pobre smartphone volte inteiro das férias.

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