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Amazon expande loja de aplicativos para mais 200 países, incluindo o Brasil

Desenvolvedores há podem enviar aplicativos para a loja, que estará disponível aos usuários "nos próximos meses".

Mikael Ricknäs, IDG News Service

17/04/2013 às 11h31

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A Amazon está prosseguindo com a expansão global de sua loja de aplicativos para aparelhos Android, e anunciando que desenvolvedores já podem enviar aplicativos para venda em mais 200 países em todo o mundo.

A lista inclui a Austrália, Brasil, Canadá, México, Índia, África do Sul e Coréia do Sul, entre outros, disse a empresa nesta quarta-feira. Os aplicativos enviados pelos desenvolvedores, bem como a loja propriamente dita, estarão disponíveis os consumidores nestes países "nos próximos meses", segundo a Amazon.

O maior crescimento em downloads de aplicativos no primeiro trimestre deste ano foi visto em mercados emergentes como a África do Sul e o Brasil, auxiliador pela base de usuários cada vez maior nestes países, de acordo com a Canalys, uma empresa de pesquisa de mercado.

"Se a Amazon quer ser vista como uma alternativa séria neste mercado, ela precisa oferecer sua loja em âmbito mundial. Isso é fundamentalmente importante, disse Paolo Pescatore, um analista da CCS Insight.

A Amazon Appstore pode ser baixada e instalada em qualquer smartphone Android, mas também é o ponto central dos tablets Kindle Fire, que vem com ela pré-instalada. A expansão internacional da loja pode ser vista como um precursos do lançamento dos tablets da Amazon em novos mercados no mundo. No Brasil a empresa já comercializa dois modelos de e-Readers, o Kindle e o Kindle Paperwhite, mas nenhum tablet.

Pescatore disse que o baixo custo dos tablets da Amazon os torna uma boa opção para os mercados emergentes que ele espera que recebam mais atenção da Amazon. O desafio da empresa é não só ampliar a distribuição de seus aparelhos, mas também atrair desenvolvedores locais. Em alguns mercados há uma grande proporção de downloads atribuídos a apps localmente relevantes, de acordo com Pescatore.

"Embora o anúncio seja significativo, a Amazon não pode depender de apps e marcas de renome global. Ela precisa trabalhar com redes sociais locais e provedores de conteúdo em países como o Brasil", disse Pescatore.

Desde o lançamento nos EUA, a Amazon já abriu versões de sua Appstore na Alemanha, França, Itália, Espanha, Japão e Reino Unido.

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