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Americanos preferem smartphone Android ao iPhone, diz pesquisa

Nos EUA, 31% dos consumidores pretendem comprar um aparelho Android, contra 30% dos que deverão optar pelo aparelho da Apple

Redação do IDG Now!

26/04/2011 às 15h31

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Pela primeira vez no mercado americano, o Android superou o iPhone na preferência dos consumidores - mas foi por pouco. Segundo pesquisa do instituto Nielsen, entre janeiro e março deste ano, 31% dos entrevistados disseram que seu próximo smartphone terá o Android como SO, pouco à frente dos que citaram o iOS (30%). O BlackBerry, por outro lado, não está mais na briga, pois só 22% deverão escolhê-lo.

A ascensão da plataforma da Google é notória inclusive nesse estudo. Entre julho e setembro de 2010, seu índice ficara em 26%, ante 33% do produto da Apple. A queda do iPhone – de 9% – no entanto, deverá ser interrompida com o lançamento do iPhone 5, previsto para setembro.

Se o BlackBerry enfrenta dificuldade para retornar à velha forma, o Windows Phone 7 não consegue sequer decolar. O sistema da Microsoft, que começou a ser comercializado em novembro nos EUA, estava em melhor situação antes de ser lançado do que agora. Entre julho e setembro, 7% dos usuários tinham interesse em comprar um aparelho da plataforma – ou mesmo do Windows Mobile – número este que caiu para 6% na pesquisa conduzida entre janeiro e março.

Outros dados divulgados pela Nielsen chamam a atenção. Nem 1% dos entrevistados devem comprar um Symbian nos próximos meses – seu índice ficou em 0% – mas 1% lembraram do WebOS, sistema operacional que ainda não está no mercado –  e não há previsão de quando estará. Há também muitos consumidores indecisos: dois a cada dez não sabem que plataforma escolher para a próxima compra.

A partir dos números divulgados, é possível concluir que a disputa do mercado de smartphones continua restrita a Android e iPhone, apesar do pesado investimento da Microsoft no setor. A esperança da gigante dos softwares recai em sua parceria com a Nokia. Esta, porém, por mais útil que possa ser em termos globais, dificilmente a favorecerá nos EUA, visto que a empresa finlandesa nunca foi muito popular no país.

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