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Apple bane “identificador de judeus” na França, mas mantém no Brasil

Jew or not Jew? continua disponível nas lojas norte-americana e brasileira de softwares para iPhone e iPad; programa foi considerado racista

Macworld Brasil, com Macworld Reino Unido

15/09/2011 às 11h44

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A Apple removeu da App Store (loja de aplicativos para iPhone e iPad) da França um polêmico software, que permitia identificar se personalidades eram judias ou não.

Segundo a BBC, o  Jew or not Jew? (Judeu ou não Judeu?) provocou protestos de organizações que combatem o racismo, o que motivou a ação da Apple. É curioso notar que em outras lojas online de aplicativos da empresa, como as do Brasil, Estados Unidos e do Reino Unido o software continua sendo oferecido.

O software custa 2 dólares e traz informações de personalidades de 50 países, divididas em categorias como cinema, música ou negócios. O programa, que afirma ter sido criado apenas para “divertir” lista nomes como Bob Dylan, Natalie Portman e Marck Zuckerberg, com informações como país de origem e “pais judeus”.

Johann Levy, o desenvolvedor que criou o aplicativo nega as acusações de racismo. “Não sou porta-voz dos judeus, mas eu mesmo sou judeu. E na minha comunidade vivemos perguntando se essa ou aquela celebridade é judia”, conta. Consultada pela redação da Macworld Brasil sobre o tema, a Apple Brasil ainda não respondeu nossa solicitação sobre a oferta do aplicativo no Brasil.

Ontem (14/9) a Apple, que costuma vetar aplicativos que vão contra os seus interesses e proibir a oferta na App Store liberou o game Phone Story e, poucas horas depois, voltou atrás, removendo o jogo, que é uma crítica feroz ao processo de produção do iPhone.

jew390

Judeu ou não?: software continua nos Estados Unidos e no Brasil

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