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Apple compra startup cujo software é usado em Star Wars: O Despertar da Força

Software criado pela Faceshift consegue capturar expressões faciais e transmiti-las para avatares digitais em tempo real

IDG News Service

25/11/2015 às 14h40

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A Apple confirmou a aquisão da Faceshift, companhia suíça de captura de movimentos cuja tecnologia é usada no filme “Star Wars: The Force Awakens”.

Rumores da aquisição apareceram pela primeira vez há cerca de dois meses. O acordo agora foi confirmado ao site TechCrunch.

O software criado pela Faceshift consegue capturar expressões faciais e transmiti-las para avatares digitais em tempo real. A Intel apresentou a tecnologia com sua câmera 3D RealSense no início desse ano. O vídeo do Star Wars (veja abaixo) dá uma amostra de como o Faceshit atua.

Como é comum, a Apple não elaborou sobre o porquê da compra ou como pretende usar sua tecnologia. Mas bem, podemos sempre especular.

A habilidade de reconhecer expressões faciais únicas de uma pessoa poderia ser útil para aplicações de segurança, como o TechCrunch aponta.

Transformar pessoas em seus avatares digitais também pode se provar útil com o surgimento e a demanda da realidade virtual ou aumentada. Apesar da Apple não ter revelado nenhuma iniciativa nessas áreas, a companhia poderia estar brincando com algumas ideias dado os últimos esforços da Microsoft, Google e Facebook.

A Faceshift não é a única companhia que a Apple adquiriu com a mesma expertise. A gigante de tecnologia comprou a companhia de reconhecimento facial Polar Rose em 2010 e a PrimeSense, fabricante de sensores de detecção de movimento, há cerca de dois anos.

No início desse ano, a Apple também adquiriu a Metaio, cuja tecnologia de realidade aumentada estava sendo usada por grandes marcas como a Macy’s e Ikea. No entanto, até agora nenhuma dessas aquisições tiveram uma clara transição para produtos direcionados a consumidores finais.

Por que isso importa

Assim como a maioria das aquisições da Apple, é possível que a utilidade da Faceshift nunca se torne óbvia para consumidores. Mas, pelo menos, mostra que a Apple está interessada em uma maior interação entre os reinos físicos e digitais.

 

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