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Apple nega ter manipulado preços de e-books para atingir Amazon

Em comunicado, companhia disse que editoras tem liberdade para determinar valores de obras e afirma que "quebrou monopólio" da rival com lançamento da iBookstore

Macworld / EUA

13/04/2012 às 12h21

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A Apple emitiu um comunicado público em resposta ao processo do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) que acusa a empresa e outras cinco editoras de ajustarem os preços de e-books em benefício próprio.

“A acusação do DOJ por fraude contra a Apple simplesmente não é verdadeira. O lançamento da iBookstore em 2010 promoveu a inovação e a competição, quebrando o domínio da Apple na indústria editorial. Desde então, os consumidores tem sido beneficiados por e-books que são mais interativos e interessantes. Assim como permitimos que os desenvolvedores coloquem os preços na App Store, as editoras determinam os preços na iBookstore”, informou a companhia por meio de seu porta-voz, Tom Neumayr.

A Justiça dos EUA alega que a Apple e um grupo de editoras se uniram para ajustar os preços dos livros eletrônicos no varejo (onde vendedores como a Amazon determinam os preços dos e-books). 

O resultado desse caso provavelmente terá um grande impacto sobre a indústria editorial; as empresas já ganham menos com a venda de e-books em comparação com os livros impressos, e se o DOJ ganhar a ação, os preços dos e-books (e os lucros) devem cair novamente.

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