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Apple pode ser processada por não usar dinheiro em caixa, diz especialista

De acordo com analista da Gamco, acionistas podem entrar com processo da empresa por não fazer algo com os quase US$140 bilhões que possui em caixa.

Macworld / Reino Unido

29/01/2013 às 15h55

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A Apple poderia ser processada se não fizer algo com os 137,1 bilhões de dólares em dinheiro e investimentos que tinha em 31 de dezembro do ano passado.

O gerente de portfólio da Gamco, Larry Haverty (que possui ações da Apple) sugeriu que os investidores da Apple podem processar a empresa caso ela continue se contendo para devolver dinheiro para os acionistas.

“Alguém vai processar eles por acúmulo excessivo de dinheiro”, afirmou Haverty em uma entrevista para a Bloomberg.

No ano passado, a Apple reintegrou dividendos, fazendo pagamentos de 2,65 dólares por ação aos acionistas em uma base trimestral. A companhia também alegou que compraria de volta 10 bilhões de dólares em ações ao longo de três anos.

Em março de 2012, o CEO da empresa, Tim Cook, afirmou: “Sujeito a uma declaração da diretoria, planejamos iniciar um dividendo trimestral de 2,65 dólares por ação a partir do trimestre iniciado em setembro. Um dividendo trimestral fornecerá rendimentos para nossos acionistas, e também acreditamos que irá ampliar a base de investidores da Apple ao atrair novos investidores que não possuem nossas ações atualmente.”

O próximo pagamento de dividendos em 2,65 dólares por ação está agendado para 14 de fevereiro.

Em sua conferência para divulgar os resultados financeiros trimestrais na última semana, o CFO, Peter Oppenheimer, disse aos analistas que a companhia pagou cerca de 4,5 bilhões de dólares em dividendos e recompras de ações no último trimestre. Ele também afirmou que a Apple está considerando aumentar o valor de ambos.

O preço das ações da Apple caiu 37% desde que registrou um pico de 702,10 dólares em setembro do ano passado, na semana do lançamento do iPhone 5. Na última sexta, 25/1, a companhia perdeu o posto de empresa mais valiosa do mundo para a petrolífera Exxon Mobil, de quem tinha “roubado” a posição há cerca de um ano.

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