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Brasileiro usa poucos recursos no celular e paga mais que média global

Em média, brasileiro paga 229 dólares por aparelho, enquanto investimento mundial no celular é de 179 dólares, revela estudo.

Por Redação do IDG Now!

26/02/2008 às 15h59

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Os brasileiros pagam mais por um aparelho celular do que a média mundial e usam apenas 4,8 de 39 possíveis recursos e serviços oferecidos nos celulares atuais, revela o levantamento GTI Telecoms 2007/2008, apresentado pela consultoria TNS InterScience nesta terça-feira (26/02).

O preço médio pago por um celular no Brasil é de 229 dólares, enquanto o gasto médio mundial é de 179 dólares.

O Brasil também está à frente em planos de troca do aparelho nos próximos 18 meses: 49% o farão no período, enquanto a média global é de 29%.

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Entre os brasileiros, 9% desejam trocar o aparelho em busca de mais recursos, contra o total global de 8%. Em seu novo dispositivo, a média do valor que os brasileiros pretendem pagar é de 294 dólares, também mais do que a média mundial de 225 dólares.

Entre os recursos mais desejados em celulares pelos latino-americanos, o envio de mensagens de texto está no topo do ranking (42%), seguido por câmera fotográfica (43%) e compabitilidade com MMS (do inglês Multimedia Messaging Service), com 17%.

Um recurso-chave para a escolha dos modelos é a música. No mundo, 43% dos usuários ouvem música no celular e, na América Latina, são 29%.

No Brasil, o uso de MP3 em dispositivos móveis saltou de 5% em 2006 para 25% em 2007 - globalmente, os números são 18% e 32%, respectivamente. Além disso, rádio AM/FM é um recurso desejado por 14% dos usuários latinos.
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A pesquisa revela ainda grande oportunidade para smartphones na América Latina, região com 20% de penetração dos aparelhos. No Brasil, a participação destes dispositivos é de 19% da base de celulares - acima da média global, de 13%.

Sobre o uso de internet móvel, 64% dos usuários navegam pelos smartphones, enquanto 17% o fazem em outros modelos de celular.

O levantamento mostrou também que as necessidades variam segundo o nível de desenvolvimento do mercado. Usar o celular para ouvir música no carro, por exemplo, é hábito de 30% dos usuários da China, contra 22% na Ásia desenvolvida e apenas 11% na América Latina.

Serviços de localização são usados, em média, por 3% da base mundial de celulares, enquanto a média nos países latino-americanos é de 1%.

O levantamento envolveu 16 mil pessoas, em 30 países, com média de 35 anos de idade.

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