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Centro de desenvolvimento da Microsoft em SP vai receber US$ 3,5 mi

Objetivo é triplicar a equipe da unidade, que trabalha com a linha Dynamics e presta serviços para todos os países da AL.

Fabiana Monte, editora-assistente do Computerworld

26/11/2008 às 15h11

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A Microsoft investirá 3,5 milhões de dólares no centro latino-americano de desenvolvimento e localização de produtos da linha Dynamics (ERP e CRM), que funciona em São Paulo. A unidade, inaugurada no final do primeiro semestre de 2006, atende a todos os países da região, desenvolvendo e adaptando os softwares de gestão empresarial da companhia para necessidades locais.

Com os recursos, a empresa pretende triplicar o tamanho da equipe ligada à divisão no Brasil, embora não revele o número absoluto de profissionais que trabalham exclusivamente na unidade.

O faturamento da Microsoft com a linha Dynamics aumentou 40% ao longo do último ano na América Latina, onde a empresa tem mais de 9.000 clientes. No Brasil, juntos, o ERP e o CRM da companhia somam entre 400 e 500 empresas usuárias - de médio e grande porte -, de acordo com Mauricio Prado, gerente-geral da divisão Microsoft Business Solutions no Brasil. Entre elas, estão Pirelli, Light, Cyrela e Bosch.

Em todo o mundo, são 300.000 clientes Dymamics, de todos os portes, segundo a Microsoft. Mas vale ressaltar que a estimativa inclui a instalação dos produtos em um único departamento de uma empresa.

Para 2009, a meta da divisão comandada por Prado é superar três vezes a taxa de crescimento do mercado local. "A expectativa é que o mercado brasileiro cresça 20% em 2009", afirma Klaus Holse Andersen, vice-presidente de vendas e operações da divisão Microsoft Business Solution. "Queremos crescer muito mais rápido do que o mercado", completa.

Andersen diz que a crise financeira mundial não afetou a área de soluções de negócios, porque, ao mesmo tempo que há setores da economia sentindo o impacto econômico, outros continuam a pleno vapor.

De acordo com o executivo, seus parceiros (que somam 10.500 no mundo, dos quais 51 estão no Brasil) ainda não demonstraram sentir os efeitos da instabilidade mundial, pelo contrário. "Temos uma demanda maior do que somos capazes de atender. Nosso maior desafio é ampliar o número de parceiros", comenta.

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