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Com a proximidade do Natal, criminosos inundam o mercado com iPads falsos

Empresa de proteção de marcas afirma ter descoberto mais de 20 mil clones e produtos ilegais; maioria dos golpistas estaria na China

Macworld / Reino Unido

01/11/2011 às 15h57

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Com o Natal chegando, os golpistas estão inundando o mercado com iPads falsos para ganhar um dinheiro rápido e enganar consumidores em busca de bons negócios.

A empresa de proteção de marcas MarkMonitor afirma que a Apple é a principal marca de tablets atingida pelos golpistas, geralmente baseados na China, que vendem pela Internet cópias de produtos de várias empresas.

A companhia alega ter descoberto mais de 20 mil listagens de clones, cópias suspeitas ou tablets do mercado ilegal em apenas um dia, no último mês de julho, assim como mais de 6.600 sites de produtos irregulares, que recebem mais de 75 milhões de visitas anuais. 

A MarkMonitor ainda identificou 15 fabricantes de clones de tablets e quase 8 mil vendedores individuais, sendo 766 deles vendendo grandes volumes de tablets falsificados.

“Esses falsificadores de marcas online prestam muita atenção às tendências de mercado, especialmente aquelas envolvendo marcas bastante conhecidas, e são rápidos em usar essas marcas em benefício próprio”, afirmou diretor da MarkMonitor, Frederick Felman.

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“Como estamos nos aproximando da temporada de festas de final de ano, os consumidores devem tomar cuidado com esses imitadores de marcas que estão escondidos. E as marcas em si precisam ser muito vigilantes para derrotar aqueles que buscam lucrar às suas custas.”

Uma das maneiras usadas pelos golpistas para se aproveitar de consumidores desavisados é usar fotografias do produto verdadeiro sem mencionar a marca na descrição do aparelho à venda.

Em geral, os preços são muito menores do que o dos produtos originais, tornando-os atraentes para compradores em busca de bons negócios. O problema de produtos falsos, contrabandeados e/ou ilegais, é especialmente comum na China, que é agora o segundo maior mercado da Apple no mundo. 

No Brasil, vale a pena ficar de olho em produtos vendidos em regiões como a da Santa Ifigênia, em SP, além de sites de leilão, nos quais é comum encontrar produtos falsificados sendo vendidos como originais, principalmente iPhones.

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