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Company ganha acesso via iPhone

Suíte da Paiva Piovesan oferece conexão aos módulos de gestão, ferramentas de escritório e agenda com o uso do smartphone da Apple

Rodrigo Caetano, repórter do Computerworld

05/05/2009 às 12h23

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A Paiva Piovesan, empresa mineira especializada em sistemas de gestão e financeiro, anunciou a versão do seu software de análise, o Cockpit, para processadores dual core, além de recursos para o iPhone no Company.

A nova arquitetura gera ganhos de até 700% em desempenho, dependendo do volume de dados e da tarefa a ser executada, de acordo com a empresa. O uso de processadores de dois núcleos possibilita a execução em paralelo dos cálculos. Com isso, o usuário pode realizar outras tarefas enquanto aguarda o processamento de determinado pedido, economizando tempo.

A empresa já está trabalhando para incorporar a suíte Company, que engloba todos os softwares oferecidos, na nova arquitetura, trabalho que deve estar concluído até o final do ano.

Além do desenvolvimento na nova arquitetura, a empresa anunciou novas funcionalidades disponíveis no Company. Entre elas, o Company Mobile, que possibilita o acesso aos módulos Finance (sistema de gestão financeira), Business (ferramentas de escritório) e WorkDesk (agenda) por meio de um telefone celular, como iPhone.

Os planos da Paiva Piovesan para a suíte Company são ousados. Dentro de seis meses, a empresa deve concluir o desenvolvimento dos módulos de ferramentas de produtividade, incluindo processadores de texto e planilha no sistema. O objetivo é concorrer diretamente com o Microsoft Office no mercado de micro e pequenas empresas. A ideia é fazer os pequenos empresários adotarem o Company como único sistema.

Outro projeto ambicioso da empresa é o Life. Por meio de um arquivo XML e uma mídia qualquer, desde um cartão inteligente até um telefone celular, a empresa pretende gravar informações médicas de qualquer pessoa, facilitando diagnósticos posteriores. Para isso, a Paiva está pleiteando financiamento da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) no valor de 1,5 milhão de reais. “Partimos da ideia que essas informações pertencem às pessoas, não ao governo ou qualquer outro órgão. Por isso, o natural é levarmos os dados para onde formos”, justifica Paiva.

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