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Compra de iPhone: cuidados para não fazer um mau negócio

Modelos antigos ainda estão disponíveis nas lojas, com preços pouco inferiores aos cobrados pela versão 4; e os “genéricos” podem trazer surpresas

Daniel dos Santos, Now! Digital

17/09/2010 às 12h27

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Para quem conhece e acompanha tecnologia, é fácil saber se está diante de um iPhone 4 ou de uma versão mais velha, como a 3G, ou mesmo de uma imitação, como os HiPhones da vida.

Mas os consumidores tradicionais (sua mãe, seu tio...), que partem para o seu primeiro aparelho, podem facilmente se confundir com tantas opções. Confira nossas dicas para não fazer um mau negócio:

3G e o 3GS
Modelos anteriores de iPhone, essas versões têm muito menos recursos que o novo modelo. O 3G nem sequer faz vídeos.  Isso sem falar em questões como memória e resolução de tela. E o principal é que os preços deles ainda estão próximos dos cobrados pelo iPhone 4. 

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Apesar da queda de 2.099 reais para 1.699, na Claro, o modelo de 32 GB do 3GS, por exemplo, tem um preço muito próximo ao cobrado por um iPhone 4. No caso, da Vivo, o 3G nem será mais vendido, só o 3GS de 8 GB, por 1.499 reais (mesmo caso da TIM). Para quem vai fazer um investimento alto, como é a compra de um iPhone, vale mais à pena gastar um pouco mais e já adquirir a versão 4.

Clones
Se você quer apenas um celular parecido com o iPhone, gastando bem menos (tem aparelho que custa cerca de 300 reais), os clones podem ser uma opção. Mas saiba que, logicamente, eles têm muitas limitações. Para começar, o sistema operacional não é o mesmo, o que significa que você não poderá utilizar os cerca de 250 mil aplicativos oferecidos na loja da Apple.  A interface sensível ao toque também está a anos-luz da oferecida no original.

Além disso, muitas vezes os “genéricos de iPhone” trazem em seu corpo informações que não são verdadeiras. Exemplo: prometem capacidade de armazenamento de 8 GB, mas não chegam nem a 1 GB, ou anunciam câmera de 5 megapixel que, na verdade, não chega a 1 MP.  Justiça seja feita, os clones trazem alguns recursos que o original não tem, como possibilidade de utilizar duas linhas ou ver TV.

Seja qual for a sua opção é preciso confirmar qual o modelo que você está levando com o vendedor e, se possível, mexer no aparelho, para saber se os recursos esperados/prometidos estão mesmo no celular.

Além disso, sempre compare os preços entre as operadoras (os shoppings costumam reunir todas as concorrentes em um só lugar). Cheque, também, seus pontos, caso tenha um plano de fidelidade, que podem render um valor mais camarada. Além disso, peça uma proposta para quem migra de operadora. Com a portabilidade numérica, você mantém seu número e pode ganhar um bom desconto da nova provedora de telefonia.

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