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Crackers podem ter alterado até 40 mil sites para espalhar malware

Segundo Websense, sites comprometidos redirecionam internautas a página com malware. Programa malicioso pode roubar dados.

IDG News Service/Reino Unido

02/06/2009 às 12h43

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Até 40 mil sites podem ter sido alterados por crackers, com o objetivo de redirecionar os visitantes dessas páginas para outros endereços contaminados com vírus e outros tipos de malware, de acordo com a Websense, empresa especializada em segurança no meio digital.

Os sites invadidos foram modificados para redirecionar os usuários a uma versão falsa do Google Analytics. De lá, eles são enviados a uma outra página, disse Carl Leonard, gerente de pesquisa de ameaças da Websense.

Nessa terceira página, o usuário recebe um alerta avisando que o computador foi contaminado por um vírus e pede a instalação de um software pare remover o programa malicioso do computador.

O programa instalado, porém, é um cavalo-de-troia e pode ser usado para obter informações pessoais do internauta, como senhas bancárias e de loja virtuais, ou para transformar a máquina em um PC zumbi, que envia spams e dissemina mais softwares maliciosos.

O mais preocupante, na avaliação de Leonard, é que apenas quatro dos 39 programas de segurança encontrados no mercado hoje são capazes de identificar o programa malicioso. A empresa ainda não determinou o que os crackers estão fazendo com os PCs comprometidos.

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