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Crackers querem, agora, minar credibilidade das empresas de antivírus

Em entrevista, principal executivo da Trend Micro diz que criminosos virtuais querem mais que roubar dados dos usuários.

IDG News Service

26/10/2009 às 15h00

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A prática é cada vez mais frequente: um site legítimo abre uma janela que parece real, com um aviso de segurança informando que algo está errado com o computador e que, para consertar, é preciso clicar em um link. Alguns cliques depois e a vítima está pagando 40 dólares por um software de segurana. Falso.

Antivírus falsos se tornaram um grande problema nos últimos meses, mas de acordo com a companhia de software de proteção Trend Micro, isso é parte de um ataque estratégico dos criminosos virtuais contra a indústria de antivírus em geral. “Criminosos podem falsificar outros aplicativos. Por que eles fazem isso com antivírus?”, questiona a Chief Executive Officer (CEO) da empresa, Eva Chen.

De acordo com Eva, atualmente, muitos dos problemas de segurança não são apenas para roubar informações das vítimas, mas para prejudicar a credibilidade de fabricantes de software de proteção contra vírus.

E uma das maneiras que os crackers encontraram para fazer isso é mudar a forma de atuação das pragas virtuais a cada vez que é feito um ataque. Isso força as desenvolvedoras de antivírus a lançarem diversas atualizações para seus programas. Baseado nisso, a Trend Micro desenvolveu o Smart Protection Network, que bloqueia não somente vírus, mas também sites maliciosos que são usados para distribuir pragas virtuais.

Para saber mais, leia entrevista completa na Computerworld.

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