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Déficit chega a 300 mil profissionais de TI na União Européia

Bruxelas - Comissária da Sociedade da Informação da UE acredita que estimular mulheres a optarem pelo setor pode ajudar a reduzir déficit.

IDG News Service/Bélgica

06/03/2008 às 10h40

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Viviane Reding, comissária da Sociedade da Informação da União Européia, sugeriu nesta quinta-feira (06/03) que encorajar mais mulheres a entrarem na área de TI pode ser um caminho para reduzir o déficit de profissionais especializados. Reding afirmou que a Europa tem hoje um gap de 300 mil profissionais nas áreas de tecnologia e comunicações.

“Nós temos que convencer as jovens profissionais que a área de TI não é apenas para geeks, e que também pode ser bastante atraente”, disse a comissária. Hoje, 58% das mulheres européias têm algum tipo de graduação superior, número maior que os 55% registrados em 1998. De todo modo, a proporção de mulheres formadas em ciências da computação caiu 4% no mesmo período.

“Na área de engenharia, ao contrário, mesmo com o número total de graduados em queda, a quantidade de mulheres engenheiras vem crescendo”, disse a comissária, lembrando que as mulheres representavam 19% dos engenheiros formados na Europa em 2004.

Na última quarta-feira (05/02), os dados e a proposta foram apresentados por Reding a um grupo de representantes de empresas de TI. Juntos, a comissária e as companhias concordaram em produzir um código europeu de melhores práticas para as mulheres do setor, que deverá ser lançado em um ano.

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