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Demanda crescente faz Intel ampliar produção da plataforma Atom

Com o mercado de ultraportáteis aquecido, a fabricante de processadores teve de rever planejamento de fabricação de chips.

Computerworld/EUA

02/05/2008 às 11h19

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A demanda inicial pela plataforma Atom, da Intel, está tão mais alta que o esperado que a companhia está sendo forçada a aumentar sua produção anterior ao lançamento para atender o mercado.

O novo chip não estará disponível oficialmente até junho, mas a Intel já foi procurada com grande demanda para produtos a ser entregues logo após o lançamento, afirmou o porta-voz da companhia, Bill Calder, que acrescentou que muitos fabricantes estão trabalhando em produtos da linha e que devem chegar ao mercado no segundo semetre de 2008.

"Tínhamos antecipado um certo crescimento, mas agora estamos ajustando e aumentando a produção para atender à demanda", disse o porta-voz.

A plataforma, que usará chips com codinome Diamondville, terá processo de fabricação de 45 nanômetros e é voltada para computadores ultraportáteis, chamados de Ultra Mobile Devices (UMD) pela Intel, e direcionados tanto para usuários que querem um laptop ainda mais portátil ou para aplicações educativas (a futura versão do ClassMate PC deverá rodar com Atom).

Calder afirma que, com a mudança de planos, a Intel não prevê problemas em atender a crescente demanda da plataforma.

Ele afirmou que os chips Atom são tão pequenos que 2,5 mil deles podem caber em um único wafer. Isto significa que um aumento na produção de wafers pode impactar significativamente o número de chips Atom produzidos.

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