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“Donkey Kong Country Returns” marca volta da série às raízes

Game para Wii traz de volta personagens clássicos Diddy Kong e Rambi; jogo chega às lojas dos EUA em 21 de novembro

GamePro / EUA

08/10/2010 às 15h14

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Do que nós estamos falando: “Donkey Kong Country Returns”, a sequência exclusiva para Wii desenvolvida pela Retro-Studios para a franquia da Rare que se tornou famosa no Super Nintendo nos anos 90.

Onde nós vimos: Nos escritórios da Nintendo, nos Estados Unidos, onde um membro da equipe Treehouse nos mostrou as novas fases antes de nos dar o controle e ocasionalmente nos auxiliar assumindo o papel  do personagem Diddy Kong.

O que você precisa saber:
Pudemos testar seis fases espalhadas pelos três primeiros mundos do jogo. A primeira foi Sunset Shore – um estágio estilizado onde apenas as sombras dos inimigos, plataformas e os próprios Kongs eram visíveis. Esse era o quarto nível entre o que devem ser dezenas, e o jogo ainda estava no “modo tutorial”, com sinais mostrando os três novos movimentos de Kong, todos realizados ao se mexer o Wii Remote. Chacoalhar o controle enquanto o personagem está parado iniciava uma batida no chão usada para alterar o ambiente e atordoar os inimigos. Fazer o mesmo movimento com o personagem correndo resultava em um ataque rolante que derrota a maioria dos inimigos e fornece um impulso de velocidade para se escapar de plataformas temporárias. E mexer o joystick enquanto Kong está agachado fará com que ele assopre gentilmente, recurso que era usado predominantemente para assoprar velas ou flores que escondiam poderes (power-ups), apesar de que ocasionalmente um inimigo com fogo ou gelo pode ser neutralizado com o bafo do macaco.

 fase também nos deixou acostumados em ter Diddy por perto como um parceiro. Ele pode ser controlado por um segundo jogador – se não houver outro gamer, o personagem te acompanhará quando você encontrar o barril dele e te fará companhia enquanto você tiver dois corações extras. Controlado separadamente, ele é um pouco mais ágil e tem um ataque com sua arma pequenina. Quando você os controla juntos, a arma de Diddy funciona como um jetpack para permitir um pouco mais de segurança durante saltos perigosos. Para quem tem lembranças ruins do modo cooperativo em “New Super Mario Bros.”, também para Wii, em “Donkey Kong” os personagens não se chocam, o que deve diminuir o número de mortes acidentais – apesar de também tornar um pouco menos dinâmica a interação entre a dupla.

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Personagem fez sua estreia nos games no início dos anos 1980.

A próxima fase que testamos foi Crazy Carts, que traz de volta o clássico estágio do "carrinho de mina" do primeiro jogo. Ao contrário do que tinha sido mostrado na feira de games E3 deste ano, esse estágio manteve Donkey e Diddy no veículo durante todo o tempo. Para apimentar o estilo já meio sem graça, havia partes em que o carrinho da dupla pulava de um primeiro plano para pistas ao fundo, assim como cenas com pistas deformadas que faziam com que o veículo se movesse de forma desordenada.

Depois disso, fomos para Stormy Shore, que na verdade só tinha uma nova mecânica de jogo na série, mas familiar de forma geral – escalar superfícies cobertas de grama. O que era extraordinário nessa fase era a configuração, à medida que Kongs manobravam por uma ilha com partes de uma nave quebrada. Durante um terço do estágio, nós avistamos um polvo gigante ao fundo destruindo embarcações. Apesar de isso já parecer legal, a parte realmente impressionante veio depois quando o animal se torna parte da fase, apresentando obstáculos ao bater seus tentáculos em superfícies no primeiro plano sem qualquer aviso.

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Em seguida veio Button Bash, um estágio cheio de outros elementos familiares da série “Donkey Kong” – canhões de barris. A maior parte da fase estava cheia dos barris presentes nos games anteriores da franquia – tanto modelos de lançamento instantâneo quanto versões com setas que permitem que o jogador determine sua própria trajetória – mas avistamos um novo tipo de canhão na forma de barris de caveira que desaparecem após serem usados uma vez, fazendo assim com que partes da fase sejam acessíveis apenas uma vez. A fase incluía casos em que era necessário ter um ótimo “timing” para pousar em barris em movimento enquanto outras ocasiões havia barris colocados juntos em grupos de 8 a 10 que exigiam que você progredisse pela partida em uma ordem específica para coletar todos os itens e evitar obstáculos.

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Em novo jogo, a dupla Donkey e Diddy estão juntos novamente

Damp Dungeon, o próximo estágio disponível, forneceu oportunidade ampla para encontrar as áreas escondidas guardadas em “Donkey Kong Country Returns”, as salas de banana que dão à dupla um pouco de tempo para pegar todas as bananas em um cômodo cheio de barris, bananas e algumas outras coisas. Colete todas elas e você ganhará um dos pedaços de quebra-cabeça colecionáveis do game. E se não conseguir, pelo menos sairá de lá com algumas bananas a mais que te ajudarão a conseguir vida extra.

A última das novas fases que jogamos foi Temple Topple. Nesse estágio, os Kongs se encontraram com outro personagem conhecido da franquia – o rinoceronte Rambi. Parece que a força do animal foi aumentada em “DKCR”, uma vez que agora ele consegue quebrar barreiras de espinhos ao passar correndo sobre elas e consegue curtos impulsos de velocidade. Ele ainda pode destruir praticamente quaisquer inimigos em seu caminho simplesmente correndo sobre eles, mas projéteis e buracos continuam machucando a criatura. Quando ferido, ele foge de maneira muito parecida com Yoshi, permitindo que você o encontre para remontá-lo.

Estágio no ciclo de desenvolvimento: Apesar de um pequeno bug, o game nos pareceu quase pronto para as lojas. A equipe seguia firme com os ajustes finais, e acreditamos que o tempo restante até o lançamento, 21 de Novembro, será utilizado ao máximo.

Ficou curioso? Veja um trailer do game, com destaque para o rinoceronte Rambi em http://migre.me/1wcy1.

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