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Eletrônicos respondem pelo consumo de 15% da energia residencial

Consumo de TVs, PCs e celulares vai se igualar à energia das casas dos EUA e do Japão em 2030, alerta agência internacional.

Redação do IDG Now!

14/05/2009 às 8h54

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Os dispositivos eletrônicos representam atualmente 15% do consumo residencial de energia, mas a participação vem crescendo.

De acordo com o estudo "Gadgets and Gigawatts" divulgado na terça-feira (13/05) pela Agência Internacional de Energia - International Energy Agency (IEA) - os governos de todo o mundo devem implementar políticas para melhorar o consumo de energia de dispositivos eletrônicos como televisores, laptops e celulares.

Nos próximos sete meses, a IEA, agência que presta consultoria a 28 países desenvolvidos, prevê que o número de computadores pessoais em uso no mundo vai superar 1 bilhão de unidades.

Atualmente, há quase 2 bilhões de TVs em uso mundialmente, com uma média de 1,3 aparelho por residência que possui serviço de energia elétrica. Além disso, mais da metade da população global possui serviços de telefonia móvel e o número de dispositivos externos de fornecimento de energia já ultrapassa 5,5 bilhões de unidades.

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Neste ritmo, sem a adoção de novas políticas de fabricação, o consumo de energia envolvendo dispositivos de comunicação e tecnologia vai dobrar até 2022 e triplicar em 2030 chegando a 1.700 Terawatts por hora (TWh). “Este aumento para 1.700 TWh equivale ao consumo total de energia residencial dos Estados Unidos e do Japão, juntos, atualmente” afirmou Nobuo Tanaka, diretor executivo da IEA durante a apresentação do estudo, em Paris, na França.

“Isto pode custar 200 bilhões de dólares em contas de luz residenciais e demandar um fornecimento adicional de 280 GWh de energia entre hoje e 2030”, alertou Tanaka.

De acordo com o estudo, o consumo residencial de energia com dispositivos eletroeletrônicos pode ser reduzido em mais da metade com o uso de melhores processos e de tecnologias de produção já disponíveis.

Estas medidas podem desacelerar o consumo de energia em menos de 1% ao ano até 2030. Com a redução, a conta de energia residencial pode cair para 130 bilhões de dólares.

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