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Em um ano, volume de pragas virtuais cresce 300%, afirma McAfee

Redes sociais são cada vez mais usadas pelos criminosos, cujo objetivo é conseguir dinheiro com a venda de dados roubados.

ITBusiness / Canadá

27/11/2008 às 11h03

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Número de malwares está crescendo continuamente, segundo um levantamento do laboratório de pesquisas da McAfee. Entre 2006 e 2007, o volume de ataques virtuais cresceu 245%. Já entre 2007 e 2008, o crescimento foi de 300%.

"O cibercrime mudou completamente de cenário. Hoje, todos os malwares são voltados 100% para conseguir dinheiro, ou seja, desenvolvidos para obter informações que serão vendidas no chamado 'mercado negro virtual'", disse Dave Marcus, diretor de segurança do laboratório da McAfee.

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Marcus aponta que há um sistema altamente organizado, quase uma indústria do malware. Um grupo descobre as vulnerabilidades, outro escreve o código para explorá-las, outro distribui o código e outro recolhe o resultado e os vendem ao mercado aberto.

Ele explica que a maioria dos malwares são cavalos-de-tróia que roubam logins e senhas, geralmente de contas bancárias.

Cada vez mais as redes sociais têm sido usadas para disseminar os malwares, afirma Marcus. A Web 2.0 é a melhor amiga dos desenvolvedores de malwares. Sites como Facebook, MySpace e Orkut são "usados e abusados".

E não são apenas redes sociais que se tornaram os alvos, diz Marcus. Sites de games, como o World of Warcraft (e toda a economia sendo desenvolvida em torno deles por meio do comércio de objetos, por exemplo), têm atraído muita atenção.

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