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Empresas devem postergar investimentos em WiMax, diz Gartner

Atraso em inauguração de redes, avanço na cobertura celular e falta de aparelhos dual-mode motivam alerta da consultoria.

Network World/EUA

21/07/2008 às 16h45

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Empresas devem evitar investir em WiMax até que a tecnologia esteja amplamente instalada e em uso pelos Estados Unidos e até que fabricantes produzam mais aparelhos que acessem as redes, afirma um novo relatório divulgado nesta sexta-feira (18/07) pelo Gartner.

No geral, o Gartner projeta que enquanto redes WiMax nos Estados Unidos começarão a operar comercialmente nos próximos dois anos, o WiMax por si se manterá uma tecnologia de nicho que terá melhor utilidade em mercados emergentes ou rurais que não têm acesso a serviços de banda larga.

Um dos grandes fatores que dificultam a adoção do WiMax, afirma o Gartner, é a já tradicional incapacidade das redes oferecerem cobertura nacional - a Sprint deverá começar a oferecer planos comerciais em pontos específicos a partir de setembro.

Por isto, afirma o analista do Gartner, Phillip Redman, empresas terão que esperar até a cobertura se expanda a mais cidades que a já suportadas até o final do ano.

Adicionalmente, Redman afirma que empresas que querem tanto os dados do WiMax como as capacidade de voz das redes celulares terão que esperar mais algunas anos até que celulares dual-mode sejam produzidos.

Como o WiMax está começando como serviço de dados, Redman afirma que, a não ser que empresas queiram confirma em VoIP para chamadas, devem procurar outras tecnologias até que aparelhos WiMax estejam atualizadas o suficiente para se igualar à cobertura celular.

"Em mercados competitivos, o WiMax terá um cenário muito competitivo à frente, já que está começando do esboço", afirma. "Mas o WiMax ainda tem grandes oportunidades em mercados diferentes. Acho que faz sentido em mercados em desenvolvimento que não têm estrutura de banda larga das operadoras".

A Sprint pretende oferecer seu primeiro serviço comercial de WiMax em setembro em Baltimore, com o lançamento em Washington e Chicago programado para o quatro trimestre. A companhia afirma que outras áreas metropolitanas não devem esperar que o serviço chegue às suas regiões até 2009.

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