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Entenda a linguagem da fotografia

DSLR, RAW, Tilt-Shift... a fotografia tem termos que confundem qualquer um. Conheça seu significado e saiba o que realmente importa

Equipe PC World

01/10/2010 às 15h39

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Ao olhar as especificações técnicas de uma câmera fotográfica digital, é fácil ficar confuso. Uma câmera que fotografa em RAW é melhor que uma que fotografa em JPEG? Um modelo que grava em AVCHD é uma boa opção para fazer filmes? O que é mais útil, uma tela LCD maior ou uma sensível ao toque? E o que é um cartão SDXC?

Não se desespere. Explicamos a seguir o significado de vários termos usados no mundo da fotografia e dos principais recursos encontrados nas câmeras modernas, para você não se perder na hora da compra, nem desperdiçar dinheiro com recursos dos quais não precisa.

» Leia também: Como escolher uma câmera digital

Megapixels: mais é melhor?

Se o usuário pretende tirar fotos somente para enviá-las por e-mail para os amigos ou imprimir em tamanho convencional, uma câmera com praticamente qualquer resolução (medida em megapixels) consegue executar a tarefa. Mesmo assim, ter mais pixels permite mais flexibilidade: é possível imprimir imagens com mais nitidez em tamanhos maiores, ou recortar e imprimir detalhes das fotos com boa qualidade. Atualmente a maioria das câmeras no mercado oferece uma resolução de no mínimo 10 megapixels, o que muitas vezes é mais do que o suficiente para alguns usuários.  

5 megapixel são suficientes para impressões nítidas de até 20x25 cm; 8 megapixel são suficientes para fotos de 24x30cm e uma câmera de 10 megapixel pode produzir resultados aceitáveis de até 28x35cm, apesar de poder perder alguns detalhes. Fotografias produzidas em uma câmera de 13 megapixel ficam boas em impressões de 30x40cm e podem ser “esticadas” a até 40x50cm se for preciso. Muitas câmeras digitais SLR (single-lens reflex) excedem os 13 megapixel, o que possibilita que as imagens possam ser recortadas de maneira criativa sem perder qualidade.

Qualidade de imagem

Mais megapixels não significa automaticamente melhor imagem. Câmeras com sensores e lentes maiores tiram fotos melhores, independente da resolução. É por isso que as DSLRs (digital single-lens reflex, as grandes e pesadas câmeras com lentes intercambiáveis usadas por profissionais) tiram fotos tão incríveis. Se o usuário não puder testar os equipamentos antes de decidir qual deseja levar, é importante verificar as especificações para ver o quão grande é o sensor, além de checar o tamanho físico da lente na frente da câmera. Se ambos forem grandes, provavelmente a qualidade de imagem oferecida será boa. 

Tamanho, peso e design

Para alguns usuários, o quanto uma câmera pesa e se ela cabe no bolso podem ser fatores mais importantes do que a resolução. Câmeras mais finas são convenientes, mas geralmente têm poucos modos de exposição e poucos botões, o que dificulta na hora de mudar as configurações para bater a foto.

Câmeras menores normalmente não têm muitos controles manuais, e o usuário se torna dependente do modo automático que escolhe automaticamente os melhores ajustes para a foto. O modo automático normalmente faz um ótimo trabalho, mas o usuário tem menos controle sobre a foto, o que pode ser ruim para quem passou da fase de “amador” e busca imagens mais sofisticadas.

Zoom e estabilização de imagem

Câmeras mais baratas muitas vezes carecem de zoom óptico poderoso, mas isso está mudando. Entre a nova geração de câmeras de baixo custo existem algumas de bolso com o chaamdo “megazoom”: são câmeras compactas com lentes de zoom óptico que pode chegar a 10x ou mais. 

Se for preciso escolher entre uma câmera com mais zoom óptico e outra com maior resolução, o ideal é pegar o modelo com as lentes zoom mais poderosas. Assim não será preciso apelar para recortes e ampliação digital para aproximar um detalhe da imagem, o que inevitavelmente resulta na perda de resolução (e consequentemente nitidez).

Existem câmeras hoje que oferecem zoom de até 30x. Elas são ótimas para fotografar a natureza ou esportes, mas a não ser que o dispositivo tenha uma boa estabilização de imagem (procure por uma câmera com estabilização óptica, às vezes chamada O.I.S.) ou um obturador muito rápido, será preciso um tripé ou mãos muitos firmes para evitar que as fotos fiquem borradas ao usar o zoom. O usuário deve experimentar o autofoco da câmera no zoom máximo: já vimos alguns modelos que focaram mais devagar no zoom máximo em ambientes com pouca luz. 

Note que nem todas as câmeras megazoom são iguais. Na hora de tirar uma foto em grupo, por exemplo, os integrantes precisam se apertar para caber no quadro. Uma lente grande angular pode resolver esse problema, então preste atenção na numeração da lente: o menor número é a grande angular, e o maior é a teleobjetiva (zoom).

Se a maioria das suas fotos são paisagens ou com objetos agrupados em um mesmo quadro, a numeração da grande angular é a mais importante; ela permite capturar mais partes da cena quando a lente está totalmente retraída. Uma boa grande angular tem 28mm ou menos; quanto menor o valor, maior a área da cena que será captada. 

É preciso tomar cuidado com as taxas de zoom anunciadas: muitos vendedores combinam o zoom óptico (que move as lentes para ampliar o objeto) com o zoom digital, que simplesmente amplia digitalmente a imagem. Ignore o zoom digital. O zoom óptico é o que realmente importa, permitindo que você aproveite toda a resolução da câmera.

Continue lendo para saber sobre modo RAW, foco manual, cartões de memória e bateria

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Modo RAW

Por padrão, todas câmeras digitais produzem imagens no formato JPEG. Com isso os arquivos são menores (e você pode colocar mais fotos no cartão de memória), mas a compressão JPEG é “lossy”, ou seja, perde-se qualidade de imagem quando ela é gravada. Para um usuário doméstico a diferença é mínima, mas os profissionais não podem admitir nenhuma perda.

É aí que entra o RAW, um formato que simplesmente grava todas as informações do sensor de imagem em um arquivo sem qualquer forma de compressão, tratamento ou processamento. O nome vem da palavra em inglês para “cru”, pois é exatamente isso que acontece. A imagem não foi processada de nenhuma forma.

Muitas DSLRs e algumas câmeras point-and-shoot mais sofisticadas permitem fotografar em RAW, o que dá aos usuários muito mais controle sobre a imagem durante o processo de edição, mas também signitica que o tamanho dos arquivos será muito maior. Se as fotos forem tiradas em RAW, certifique que o cartão tem uma boa capacidade de armazenamento para suportar todos esses dados extras.

Foco manual

Para closes e situações nas quais o foco automático da câmera não dá conta do recado, o foco manual pode ser a solução. Câmeras mais simples geralmente omitem essa ferramenta ou só permitem o foco em passos, o que força o usuário a escolher entre distâncias pré-determinadas. É uma boa ideia testar o autofoco da câmera antes de comprá-la; alguns equipamentos têm dificuldade para focar em um ponto no máximo da teleobjetiva ou macro, o que significa que a fotografia pode não ficar perfeita. 

Armazenamento

Caso o usuário já tenha um cartão de memória que deseja usar em uma nova câmera, é importante verificar se ela é compatível. A maioria dos equipamentos no mercado usam cartões no formato SD (Secure Digital) ou SDHC (Secure Digital High Capacity). Cartões SDHC são mais caros, oferecendo capacidades de até 32GB, mas não são compatíveis com câmeras mais antigas. Há inclusive um novo formato: o SDXC. Os cartões poderão armazenar até incríveis 2TB de dados, mas eles são ainda mais caros, e não são compatíveis com equipamentos atuais que usam cartões SD e SDHC. 

Além da capacidade de armazenamento, a velocidade do cartão deve ser considerada. Cartões SD e SDHC são categorizados em “Classes”, de acordo com a velocidade de gravação dos dados no cartão. Quanto maior a Classe, mais rápidamente a informação é escrita. Caso o objetivo seja gravar vídeo ou usar o modo de disparos múltiplos em alta velocidade, procure pelo menos por um cartão de Classe 4 ou Classe 6.

Para complicar um pouquinho mais, há mais alguns formatos no mercado. Algumas câmeras usam pequenos cartões MicroSD ou MicroSDHC (comuns em celulares) que não são compatíveis com os cartões SD tradicionais, que são muito maiores.

Câmeras DSLR profissionais usam cartões CompactFlash, os maiores do mercado. Já algumas câmeras mais antigas da Sony usam cartões MemoryStick, e os modelos antigos da Olympus usam cartões no formato XD. Felizmente, máquinas mais recentes de ambas empresas agora suportam os cartões SD/SDHC.

Bateria

Aqui é comum encontrar dois tipos de câmeras: as que usam pilhas AA (recarregáveis ou não) e as que usam baterias proprietárias, desenvolvidas pelo próprio fabricante. Algumas câmeras digitais consomem a carga rapidamente – especialmente se usarem pilhas alcalinas, o que pode acabar se tornando caro e irritante.

Se sua câmera usa AA, invista em pilhas recarregáveis de boa procedência e alta capacidade (medida em mAh - miliampéres/hora), pelo menos 2.600 mAh. Evite marcas desconhecidas e prefira comprar em grandes lojas para não correr risco de adquirir pilhas falsificadas, que atualmente inundam o mercado, têm capacidade muito abaixo do indicado e podem colocar em risco sua segurança e seu equipamento se vazarem ou explodirem durante a recarga.

A vida útil de uma bateria e o preço da câmera muitas vezes não estão relacionados. Algumas câmeras baratas têm baterias com ótima autonomia, enquanto algumas mais caras ficam sem carga muito rápido. De qualquer maneira, é uma boa idéia comprar baterias extras.

Continue lendo para saber sobre som e vídeo, ajustes de exposição, menus e modos de cena

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Som e Vídeo

A maioria das câmeras de hoje é capaz de filmar, e algumas até gravam vídeos em alta definição (720p ou 1080p). Caso você planeje fazer muitos vídeos, há alguns fatores que precisam ser considerados. 

Por exemplo: o zoom óptico da câmera pode ser ampliado ou retraído durante a filmagem? Parece bobagem, mas a vasta maioria das câmeras não oferece este recurso, o que torna impossível mostrar o detalhe de uma paisagem e uma visão geral na mesma cena.

Outra questão: e possível usar o autofoco durante a gravação? Novamente isso é algo que nem toda câmera oferece, e não há nada mais irritante que mudar de uma bela paisagem para o rosto de uma pessoa e a câmera não ajustar o foco, deixando o rosto completamente borrado.

Também é necessário verificar se os softwares de edição de vídeo mais populares suportam o formato no qual a câmera grava. Isso é verdade na maioria das câmeras, mas o formato AVCHD, usado por muitos modelos, ainda é incompatível com alguns softwares. Entretanto, arquivos neste formato podem ser enviados diretamente para o YouTubem sem conversão, o que resulta em melhor qualidade nos clipes que você compartilhar online.

Caso esteja indeciso entre uma DSLR e uma câmera point-and-shoot avançada, verifique se a DSLR escolhida grava vídeo. Um número crescente de DSLRs captura vídeo em alta definição, e os sensores e lentes maiores significam que a qualidade de vídeo geralmente é espetacular. 

Configurações de exposição

Todas câmeras digitais permitem ao usuário fotografar em um modo totalmente automático: – basta apertar o botão e a foto fica pronta. Muitos equipamentos oferecem modos que priorizam o diafragma e o obturador. Neles é possível ajustar o quanto o diafragma vai se abrir e por quanto tempo o obturador ficará aberto, e a câmera automaticamente controla as outras variáveis para obter a exposição ideal. 

Tipicamente, o controle do diafragma é utilizado para definir a profundidade de campo da imagem. Por exemplo, para borrar o fundo de uma foto enquanto deixa o primeiro plano nítido. Já o ajuste do obturador pode ser usado para capturar com precisão objetos que se movem rapidamente. No primeiro exemplo, uma câmera que depende exclusivamente do modo automático tentaria manter tanto o fundo quanto o primeiro plano focados, e no segundo exemplo provavelmente “borraria” o objeto. 

Geralmente, câmeras que oferecem modos de prioridade também possuem controle de exposição totalmente manual, no qual ambos os ajustes podem ser modificados. Esses modos permitem adaptar a câmera a quase todo tipo de situação.

Menus

Ao avaliar uma câmera, considere o quão fácil é acessar as configurações básicas como resolução, modo macro, flash, e ajustes de exposição – e se é simples rever as fotos recém-tiradas. Botões em excesso fazem o usuário gastar tempo demais tentando descobrir o que cada um deles faz. e menus demais fazem com que muito tempo seja perdido em busca de uma opção ou comando. 

Modos de cena

Os fabricantes de câmeras tentam atrair possíveis compradores, particularmente fotógrafos iniciantes, com um grande número de modos de cena pré-definidos para uma variedade de situações como praia, fogos de artifício e embaixo d’’água. Entretanto, selecionar os modos menos comuns geralmente requer uma viagens através dos menus, e muitos cliques nos botões, ou seja, perda de tempo.

Mas há câmeras que permitem ao usuário atribuir modos de cena específicos (ou personalizados) a certos botões, facilitando o uso. Algumas câmeras DSLR geralmente oferecem múltiplas posições no botão de controle para armazenar configurações personalizadas, e algumas point-and-shoot permitem ao usuário salvar seus ajustes favoritos como um novo modo de cena.

Uma ferramenta útil oferecida por muitas câmeras point-and-shoot é a detecção de faces. Ao encontrar o que imagina ser um rosto, a câmera tentar otimizar tanto o foco quanto a exposição para que ele saia o mais nítido possível, evitando aquelas fotos em que tudo, menos o rosto dos seus amigos na festa, está em foco.

Outras tem reconhecimento de faces, algo um pouco mais avançado. Você pode dizer para a câmera “este é o rosto da Maria” e, ao encontrar a Maria em uma cena, a câmera fará o possível para que o rosto dela seja o mais nítido, mesmo à custa de outras pessoas na foto. 

Também é comum encontrar o “modo sorriso”, que tira automaticamente a foto quando a pessoa em frente à lente sorri. Isso é ótimo para fotografar bebês, ou pessoas que costumam sair com uma cara mal-humorada nas fotos. A “detecção de piscada” é similar: a câmera só bate a foto depois da pessoa piscar, evitando que ela saia de olhos fechados.

Continue lendo para saber sobre truques extras, LCD, estabilização de imagem e wireless

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Truques extras

Com a guerra de megapixels oficialmente terminada, os fabricantes de câmeras agora concentram seus esforços em formas de diferenciar os produtos dos demais. Alguns recursos integrados à câmera já valem o preço da compra sozinhos, e isso varia de acordo com a marca.

Por exemplo, a Casio tem um modo de captura de alta velocidade em muitas de suas câmeras que tira até 60 fotos por segundo. Enquanto a Nikon tem uma câmera  com um projetor embutido, a Sony tem um modo “Sweep Panorama” que permite criar instantâneamente fotos panorâmicas quando o usuário aperta o botão e move a câmera de uma lado para o outro da cena.

Tanto Olympus quanto Canon possuem modos de cena que fazem objetos grandes parecerem miniaturas (conhecido como tilt-shift) e outros fabricantes têm modelos que incluem alguns gigabytes de memória flash. Quando se trata de câmeras, não tenha medo de mergulhar nos detalhes; pode ser que haja uma função bacana escondida no meio das especificações que por si só pode valer a compra.

Balanço de branco

Quase todas câmeras digitais permitem ao usuário ajustar o balanço de branco. Essa configuração diz ao equipamento quais elementos em uma foto devem ficar brancos, e por consequência quais devem parecer pretos e como todo o resto deve ser.

Caso o usuário seja muito meticuloso ou preocupado com a precisão da cor, o  recomendado é procurar por um modo de calibração manual: em vez da câmera decidir automaticamente o que é branco, o usuário diz isso a ela, mirando a lente em um objeto como uma folha de papel e apertando um botão.

LCD e Visor (viewfinder)

Todas câmeras digitais têm uma tela LCD; elas podem de variar de tamanho entre 1.8 até 3.5 polegadas. Tamanhos menores limitam a visualização das fotos recém-tiradas. Um bom LCD é essencial para saber se a foto saiu como planejado e se a exposição está correta.

Alguns modelos novos possuem telas LCDs sensíveis ao toque que permitem ao usuário tocar em uma parte da cena para ajustar o foco e facilitam a navegação pelos menus. Caso escolha um modelo com LCD touch-screen, é importante checar se a tela possui uma boa resposta –(ou seja, se reage rapidamente ao toque) e ficar atento a fatores como marcas de dedo, por exemplo. 

A qualidade do LCD varia muito: muitos ficam “lavados” sob a luz do sol ou granulados em ambientes com pouca luz. Em outros casos, as cores pode se distorcer se a câmera for inclinada. Se por possível, teste o equipamento ao ar livre antes de comprar.

Há modelos com um visor (viewfinder), que é útil na hora de enquadrar as fotos em dias muito ensolarados e ajuda a economizar bateria (se você desligar o LCD e usar só o visor). Talvez a melhor maneira de garantir uma boa exposição da imagem seja observar o histograma da foto no LCD (se a câmera oferecer essa ferramenta). O histograma é um gráfico que mostra os pontos com muita luz que ficam “estourados” ao ponto de ficarem totalmente brancos, e sombras superexpostas que aparecem totalmente pretas.

Estabilização de Imagem

Algumas câmeras oferecem um recurso “anti-tremor” chamado de estabilização de imagem, seja em um modo de foto ou como uma ferramenta que pode ser ligada ou desligada. Isso é útil ao tirar fotos em situações em que é difícil conseguir uma imagem nítida, como em ambientes com pouca luz. Uma desvantagem ao tirar fotos com estabilização de imagem é que em algumas câmeras não é possível usar esse recurso combinado com outro modo de cena.

A maioria das point-and-shoot usa software para estabilizar a imagem, mas câmeras mais avançadas, incluindo SLRs, tendem a aplicar um de dois métodos: estabilização óptica de imagem, no qual a lente se mexe para compensar o movimento, ou movimentação do sensor, no qual a posição do sensor de imagem é ajustada para corrigir o tremor.

Wireless

Usar Wi-Fi para transmitir imagens para o computador, impressora ou compartilhar em um site pode parecer algo atraente, já que você se livra da complicação de cabos, docks e leitores de cartão, mas é recomendável testar esse recurso de antemão: em muitos casos durante nossos reviews o envio fotos via Wi-Fi não funcionou sem problemas, e no final das contas a diferença de preço em câmeras com este recurso não valia a pena. 

Mas você não precisa de uma câmera com Wi-Fi integrado para enviar as fotos diretamente para o computador ou a internet. Cartões Eye-Fi permitem fazer isso em qualquer câmera que aceite cartões SD comuns: os cartões tem, além da memória, uma minúscula “placa Wi-Fi” que faz o envio das imagens. Há vários modelos, com capacidades que vão de 4 a 8 GB e recursos variados.

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