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Estudo do Greenpeace: eletrônicos não são ecologicamente corretos

Segundo relatório dos ambientalistas, produtos tecnológicos são mais agressivos ao ambiente do que afirmam seus fabricantes.

IDG News Service/França

08/01/2009 às 15h50

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Os novos produtos eletrônicos são um pouco mais ecológicos do que os vendidos um ano atrás e os fabricantes ainda têm muito o que melhorar, de acordo com uma pesquisa da organização não-governamental (ONG) Greenpeace.

O estudo, chamado "Green Electronics: the search continues", avaliou 50 produtos que foram identificados por seus fabricantes como os mais amigáveis ao ambiente. Mas, segundo o Greenpeace, poucos produtos contêm menos componentes tóxicos do que os testados em 2008.

Um quesito que melhorou consideravelmente em relação ao ano anterior foi o uso de telas com tecnologia LED, que são mais econômicas e livres de mercúrio, substância que pode ser tóxica e era encontrada em vários modelos de televisores.

Outra boa notícia é que mais empresas estão usando materiais reciclados em seus produtos. Além disso, as companhias também estão se responsabilizando por receber e reciclar aparelhos usados.

Mesmo assim, o produto mais ecologicamente correto - o monitor L2440x, da Lenovo - recebeu nota 6,9, em uma escala de 0 a 10. O segundo colocado também foi um monitor, o ScenicView P22W-5 Eco, da Fujitsu Siemens, com nota 6,33.

De acordo com a pesquisa, até o momento, as empresas de tecnologia e produtos eletrônicos têm sido bem melhores na promoção de produtos ecologicamente corretos do que efetivamente na produção de produtos que não agridam ao ambiente.

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