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Estudo mostra que o Vista é 62% menos infectado do que o XP

Levantamento realizado no primeiro semestre de 2009 revela que as atualizações do Vista o deixam menos suscetível a pragas.

David Coursey, da PC World/EUA

03/11/2009 às 14h04

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Foto:

vista_xp_150-virus.jpgO Security Intelligence Report, mais recente estudo de segurança divulgado pela Microsoft, revela que o Windows Vista é muito mais seguro que o Windows XP. A taxa de infecção do Windows Vista SP1 foi 61,9% menor do que a do Windows XP SP3, afirma a empresa. Este é o 17º relatório elaborado pela este ano e cobre o primeiro semestre de 2009.

O levantamento revela que de todos os sistemas operacionais da
Microsoft, o Vista e seu Service Pack são sempre os menos infectados,
baseando-se em infecções entre mil computadores que estavam cada
sistema operacional.

O Windows 7
não foi incluído neste relatório, devido a sua data de lançamento. Mas
a constatação do estudo não surpreende, considerando que os
Service Packs (Pacotes de Atualização) trazem todas as atualizações
necessárias. Para a Microsoft, usuários que instalam os pacotes de
segurança já estão praticando uma navegação mais segura.

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Diferenças geográficas
O levantamento realizado pela Microsoft também revela as diferenças dos tipos de ameaça dependendo da localização geográficas dos usuários. Nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Itália, por exemplo, os trojans são o tipo de ameaça mais frequente.

Na China predominam as ameaças baseadas em web. Na Espanha e na Coreia, os worms dominam e têm como linha de frente as ameaças que almejam os jogadores online. No caso do Brasil, a maioria dos malwares tem com objetivo fraudes bancárias online.

As ameaças de phishing cresceram significativamente no primeiro semestre de 2009, especialmente devido aos grandes ataques de phishing em sites de redes sociais. Mas os criminosos que utilizam deste típo de técnica de ataque almejam uma vasta gama de sites, como sites de games e  portais. A crescente presença virtual de grandes corporações também vem sendo alvo frequente desta modalidade de ataque.

Após manter-se relativamente estavel entre o final de 2008 e meados de abril deste ano, o número de ataques quadriplicou em maio, e aumentou ainda mais em junho devido às campanhas de phishing que invadiram as redes sociais.

No caso dos spams, mensagens de cunho publicitário predominaram nos primeiros seis meses de 2009, especialmente com ofertas de produtos farmacêuticos. No total, os anúncios publicitários contabilizaram 69,2% de spams na segunda metade de 2008.

As vulnerabilidades mais frequentemente exploradas no Microsoft Office durante o primeiro semestre de 2009 também eram as mais antigas. Mais da metade dessas vulnerabilidades foi primeiramente identificada pelas atualizações de segurança da Microsoft, ainda em 2006.

No caso dos ataques que tiveram como alvo o Office, 71,2% deles |exploravam uma única falha de segurança, que possuía uma atualização (MS06-027) que ficou disponível por três anos. Computadores que tinham esta atualização estavam protegidos deste ataque.

A Microsoft coletou dados de infecções a partir de seus produtos de segurança gratuitos como Windows Defender, Malicious Software Removal Tool (MSRT), Security Essential, além de outros produtos que a empresa comercializa.

A integra do relatório pode ser baixada no site da Microsoft.

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