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Fabricantes vão na contramão das leis de reciclagem de eletrônicos

Associação dos Eletrônicos de Consumo diz que indústria gastaria US$ 200 milhões anuais com reciclagem - só em Nova York.

Redação do IDG Now!

02/07/2009 às 11h15

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Pequenos fabricantes de eletrônicos estão lutando contra algumas leis estaduais dos Estados Unidos que exigem a oferta de programas de reciclagem. Cinco empresas, incluindo a ViewSonic, CTX Technology e a ToteVision, estão ameaçando iniciar um litígio contra a nova lei de lixo eletrônico de Washington, que exige que fabricantes ofereçam serviços de coleta e reciclagem para TVs, PCs e monitores antigos.

Segundo o jornal The Wall Street Journal desta quinta-feira (2/7), o argumento usado pelas empresas é de que a taxa da lei, aprovada este ano, é alta demais. Enquanto isso, a Associação dos Eletrônicos de Consumo, que representa 2 mil empresas da área, negocia com advogados de Nova York para mudar uma regulamentação que faz os fabricantes retirarem os gadgets na porta dos usuários.

A associação aponta que a lei nova-iorquina, que entra em vigor no final deste mês, custaria 200 milhões de dólares anuais à indústria. Desde 2003, 19 estados e a cidade de Nova York aprovaram leis semelhantes a esta, e mais 12 estados norte-americanos apresentaram propostas legislativas no mesmo sentido só este ano.

A ViewSonic diz que irá gastar mais de 100 mil dólares para se adaptar às leis de reciclagem. A CTX informa que, desde janeiro, aplicou 70 mil dólares na reciclagem seus eletrônicos.

Um executivo da Washington Materials Management and Financing Authority, responsável pela reciclagem de eletrônicos em Washington, rebate dizendo que as taxas não serão reduzidas. Enquanto isso, mais dados foram coletados para refletir quantas unidades estão sendo recicladas por cada empresa em futuras cobranças.

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