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FBI usará iPhone para identificar impressões digitais de criminosos

Ação é possível graças a um acessório da Fulcrum que custa cerca de US$600; aparelho poderá ser adotado por toda a polícia dos EUA

Macword/ Reino Unido

08/12/2011 às 10h16

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Após ser usado para prender ladrões, graças a seu recurso de localização e permitir o reconhecimento facial de suspeitos, o iPhone ganhou mais um uso para a polícia: identificar impressões digitais. De acordo com o Cult of Mac, o FBI começará a usar em 2012 um acessório acoplado ao smartphone que faz a leitura biométrica.

O uso do iPhone nessa tarefa, juntamente do acessório mobileOne (da empresa Fulcrum), traz algumas vantagens, como economia de tempo e de dinheiro para as operações. Isso é algo muito importante, pois apesar de existirem unidades móveis de impressões digitais na polícia dos Estados Unidos, elas costumam ser caras e não estão disponíveis em todos os departamentos.

E, como aponta o Cult of Mac, a presença de conexão Wi-Fi e/ou 3G no iPhone permite que as impressões digitais sejam rapidamente comparadas com a base de dados da polícia daquele país – incluindo aí a recente RISC (Repository for Individuals of Special Concern), do FBI.

O produto começa a ser testado em 2012 pelo FBI e dependendo dos resultados, pode ser adotado por toda a polícia norte-americana.

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Aparelho da Fulcrum permitirá identificar impressões digitais diretamente no iPhone

Android fora
De acordo com o presidente da Fulcrum, Ken Noster, a plataforma da Google não pode ser usada para esses acessórios biométricos – que incluem leitura de impressões digitais, análise facial e até reconhecimento de voz, por possuir muitas maneiras diferentes de interagir com o aparelho. “A Apple fornece a plataforma mais estável”, afirma.

O mobileOne deve custar cerca de 600 dólares, valor bem inferior ao de outro aparelho que permite a leitura de impressões digitais no iPhone, chamado de MORIS – que inclui reconhecimento facial e da íris.

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