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Game online de WikiLeaks “rouba” dados de Obama

Em jogo casual, usuário assume papel de criador do site, Julian Assange, que precisa acessar computador do presidente americano.

Redação PC World

14/12/2010 às 12h44

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Como a nova moda parece ser criar games online sobre acontecimentos reais, o polêmico site WikiLeaks não poderia ficar de fora dessa. Com o criativo nome de “WikiLeaks: The Game”, o divertido título têm feito sucesso na rede.

No game, o jogador assume o papel de Julian Assange, fundador do WikiLeaks que foi preso no último dia 7 em Londres. O objetivo é simples: se esgueirar pelo Salão Oval, sala sala do presidente norte-americano Barack Obama, na Casa Branca, para roubar informações importantes de seu computador.

Para jogar, basta mover o mouse nas direções corretas para se esconder sob a mesa ou “espetar” o pen drive no computador de Obama.

O criador do jogo, Sabastiaan Moeys, admite ter ficado surpreso com a popularidade que o jogo ganhou, com mais de 1 milhão de jogadores nos primeiros dias. “Não planejávamos que fosse este sucesso. Criamos como uma bricadeira, uma crítica social sobre um fato que está acontecendo."

- Link para o game (http://migre.me/2VVjf).

WikiLeaks

Fundado em 2006, o  WikiLeaks se notabilizou por divulgar informações confidenciais de teor político, econômico e militar, que chegaram a complicar as relações diplomáticas entre  países

Julho de 2010. O WikiLeaks publica Diários de Guerra do Afeganistão - uma coleção de 91 mil relatórios com detalhes sobre a operação dos Estados Unidos e da OTAN no Afeganistão.

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Antes disso, o site distribuiu o Diário da Guerra a três jornais: The New York Times (EUA), The Guardian(Reino Unido) e ao magazine alemão, Der Spiegel.

Outubro deste ano. Ele distribuiu a maior coleção de documentos militares vazados da história, como mais de 391 mil relatórios, chamados de Iraq War Logs, sobre a  guerra e a ocupação no Iraque. O conteúdo inclui informações sobre operações entre 1º de janeiro de 2004 e 31 de dezembro de 2009.

Novembro 2010. O site começa a publicar documentos diplomáticos de um acervo de mais de 250 mil mensagens. O grupo forneceu o conteúdo completo a diversos jornais, mas vem liberando os documentos ao público em doses homeopáticas no site cablegate.wikileaks.org.

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