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Google: peças de smartphone modular serão vendidas em loja online

Segundo diretor do Project Ara, loja será parecida com a Google Play e terá reviews e notas dadas pelos usuários. Projeto piloto chega em 2015.

Da Redação

23/10/2014 às 15h04

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Tirando inspiração da sua Play Store, o Google vai criar uma loja de hardware em que os usuários poderão comprar módulos de hardware no estilo Lego para o smartphone customizável Project Ara.

Para quem não sabe, o Project Ara é o futuro smartphone do Google que permite aos usuários combinar e misturar recursos. O aparelho que custa 50 dólares será vendido com um frame básico, e os usuários poderão adicionar ou remover recursos ao simplesmente colocar ou tirar partes modulares.

Por exemplo, os usuários poderão trocar de forma individual as telas, câmeras, antenas e CPUs dos aparelhos, o que pode ser uma maneira mais barata de substituir os componentes em vez de comprar um novo smartphone. O Google está atrás de módulos biométricos, e fabricantes independentes de hardware tem se ocupado para criar sensores de temperatura, entrada, games, antena e médicos. Os módulos podem ser desenvolvidos com o MDK (Kit para Desenvolvimento de Módulos) do Google, que contém designs, especificações e diretrizes de referência.

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“Qualquer um pode criar um módulo a partir das especificações do kit de desenvolvedores e colocá-lo na loja de módulos do Ara, que é parecida com a Google Play Store, e vai vender as partes diretamente para os consumidores”, afirmou o diretor do Project Ara no Google, Paul Eremenko.

Os consumidores poderão ver os módulos mais populares com base em reviews e notas dadas pelos usuários, assim como acontece na Google Play, aponta Eremenko.

Uma versão piloto da loja do Project Ara vai começar em 2015, quando o Google vai tentar entender o uso e melhorar as possíveis imperfeições. O Google já desenvolveu três protótipos de smartphone do Project Ara com diferentes tamanhos de tela, e Eremenko indicou que pode demorar um tempo até que as versões finais dos produtos comecem a ser vendidas no mundo todo.

“Ainda há muito mais que precisamos fazer em termos de eliminar riscos técnicos do projeto. Ainda temos provavelmente mais dois protótipos para fazer. E durante a versão piloto da loja temos muito a aprender sobre como as pessoas interagem com esse aparelho.”

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