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Guerra de sistemas: Apple pode superar Windows até 2014

Segundo pesquisa, aparelhos da fabricante do iPhone diminuíram significativamente desvantagem em relação a rival Microsoft. iPad e Mac aparecem como trunfos.

IDG News Service / EUA

08/07/2012 às 16h31

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A Apple agora vende um aparelho para cada dois produtos com Windows, revelando que a grande vantagem da Microsoft na guerra de sistemas caiu rapidamente desde o início dos anos 2000, quando a proporção era de 56 computadores Windows para cada gadget da empresa de Steve Jobs.

A consultoria Asymco publicou um relatório que mostra que, quando se leva em consideração todos os aparelhos vendidos pela Apple, a relação de múltiplas unidades Windows para unidades da rival de Cupertino caiu para menos de dois para um.

O crescimento do Mac também fica evidente no novo estudo, que revela que mesmo quando se leva em consideração os desktops e notebooks com o sistema OS X, o Windows vende 19 unidades para cada unidade comercializada pela Apple, um resultado muito melhor do que a já citada taxa de 56 para 1 registrada em 2004.

“Apesar de os volumes de PC continuarem a crescer, eles têm feito isso de maneira mais lenta e o Mac cresceu mais rapidamente”, explicou o analista da Asymco, Horace Dediu, ao falar sobre a mudança que começou há oito anos. “O fato que coincide com isso é a emergência da computação portátil.” 

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“Se considerarmos todos os aparelhos que a Apple vende, a diminuição torna-se ainda mais significativa e as múltiplas quedas para menos de dois”, continua Dediu. “Vistos dessa maneira, os aparelhos pós-PC acabaram nivelando as coisas de forma mais rápida do que o previsto originalmente. Eles não apenas reverteram as vantagens, como cancelaram todas de uma vez.”

“Considerando o futuro próximo, é seguro esperar por uma 'paridade' do iOS+OS X vs. Windows dentro de um ou dois anos”, conclui Dediu. “As consequências são horríveis para a Microsoft. A extinção da vantagem do Windows sobre qualquer plataforma vai torná-la vulnerável a concorrência direta... Esse fato, acima de tudo, terá um efeito psicológico. Perceber que o Windows não é uma hegemonia vai liberar forças do mercado que ninguém pode prever.”

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