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Leitores de digitais

Dan Tynan, PC WORLD – ESPANHA

25/09/2005 às 19h52

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Leitor de digitaisOnde você viu isso antes?
Elemento comum nos thrillers de espionagem, no filme Inimigo do Estado, os scanners de impressões digitais permitem aos agentes da Agência Nacional de Segurança (NSA) entrar em áreas seguras e em sistemas de informação.

Como funcionam?
Um scanner óptico captura uma imagem dos sulcos e estrias dos dedos, e compara os pontos em que terminam ou se bifurcam com os da imagem que tem arquivada.

Onde são utilizados?
Além da área criminalista, as impressões digitais são adotadas no controle de acesso em edifícios ou computadores. Por menos de 200 reais, pode-se comprar e instalar no computador o scanner de impressões digitais Digital Fingerprint Reader, da Micrososft. Esse acessório permite o acesso a arquivos ou sites da web sem a necessidade de digitação de senhas. Também foi testado o uso de impressões digitais como sistema de pagamento alternativo: uma loja poderia digitalizar a impressão digital do cliente no momento da saída, em vez de pedir seu cartão de crédito, e debitar o valor da compra de sua conta.

São seguros?
Os scanners de impressões digitais eletrônicos acertam em 95% a 98% das vezes, segundo o FBI, a polícia federal americana. Mas a exatidão varia em função do sexo, das características raciais e da presença de resíduos químicos nos dedos, como cloro de piscina ou produtos de limpeza domésticos.

São passíveis de fraude?
Sim. Em 2002, um investigador japonês demonstrou várias maneiras de criar uma digital falsa com gelatina. No início deste ano, alguns ladrões de carros malaios utilizaram um sistema mais direto: para roubar um automóvel Mercedes que requeria a digital do proprietário para dar a partida, cortaram-lhe um dedo.

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