Vírus Zotob mostra nova tática dos hackers

Segundo estudo, 13% das empresas pesquisadas reportaram interrupção de seus sistemas em razão do Zotob. Apenas 6% tiveram impacto moderado ou grande com o Zobob, o que significa perdas superiores a 10 mil dólares

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O Zotob, vírus que afetou a CNN, a rede de TV ABC, o The New York Times e a DaimlerChrysler em agosto, não espalhou-se em massa pela internet, como Sasser ou Slammer, mas os seus danos foram grandes e seletivos.

Essa é conclusão de pesquisa da empresa de segurança Cibertrust, com 700 empresas, sobre o impacto e o custo do vírus Zotob, que atingia computadores equipados com o sistema operacional Windows 2000, da Microsoft.

O estudo sugere uma nova tática dos hackers: fazer ataques seletivos e menores, mirando alvos específicos com o objetivo de obter ganho financeiro ou de informação.

Segundo o estudo, 13% das empresas pesquisadas reportaram interrupção de seus sistemas em razão do Zotob. Apenas 6% tiveram impacto moderado ou grande com o Zobob, o que significa perdas superiores a 10 mil dólares, diz a Cibertrust.

As companhias infectadas com o Zobob tiveram gastos médios de 97 mil dólares para combater o problema.

Ranking

Embora tenha causado barulho no mercado, por ter causado problemas para grandes redes corporativas, o Zotob ficou de fora do ranking dos vírus mais ativos de agosto da Sophos.

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