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Estudo: quem usa Google é mais rico e experiente

Em média, pessoas que utilizam o Google como mecanismo primário tendem a ter receita acima dos 60 mil dólares anuais, média superior à encontrada em pessoas que preferem MSN Search ou Yahoo! Search

IDG Now!

06/12/2005 às 17h42

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Usuários do mecanismo de busca do Google tendem a ser mais ricos e ter mais experiência com a web do que internautas que preferem os serviços dos concorrentes, como o MSN, Yahoo! e America Online (AOL), revelou um estudo divulgado nesta terça-feira pela S.G. Cowen & Co. Quanto mais tempo de uso de web tem uma pessoa, diz a pesquisa, mais chances dela escolher o Google como seu website de busca padrão.

Em média, pessoas que utilizam o Google como mecanismo primário tendem a ter receita acima dos 60 mil dólares anuais, média superior à encontrada em pessoas que preferem MSN Search ou Yahoo! Search.

O Google aparece também como a busca preferida entre os mil internautas norte-americanos entrevistados pela S.G. Cowen, com 52% das escolhas, seguido do Yahoo!, com 22%, e MSN Search e AOL Search, ambas com 9%. O mecanismo Ask Jeeves aparece em quinto, com 5%.

A S.G. Cowen prevê ainda que, a partir de 2006, anúncios em links patrocinados começarão a substituir as outras formas de propaganda na web. A empresa afirma que, só neste ano, anunciantes gastarão 6,1 bilhões de dólares com links patrocinados, e cerca de 6,4 bilhões em todos os outros tipos juntos, como banners e listas de classificados.

A partir de 2010, diz a S.G. Cowen, companhias devem gastar 17,3 bilhões de dólares em busca patrocinada, contra 12,3 bilhões de dólares em outros tipos de propaganda online. De 2005 a 2010, o crescimento anual estimado para links patrocinados e outras categorias é de 23% e 14%, respectivamente.

Em outro estudo divulgado na segunda-feira (05/12), o banco de investimentos Piper Jaffray & Co. predisse que os investimentos mundiais em propaganda online chegarão aos 55 bilhões de dólares em 2010, com crescimento anual de 27% a partir de 2005. Mas a empresa alerta, "esse pode ser um cenário conservador".

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