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Uso de cavalos-de-tróia cresce em 2005

Análise é da Kaspersky, que acredita que os crackers estiveram mais concentrados em atividades maliciosas lucrativas no ano que passou

10/02/2006 às 16h20

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O relatório da especialista em segurança Kaspersky Labs sobre as ameaças em atividade no ano de 2005 - que atingiram a média mensal de 6.368 ao final do ano - aponta para um aumento no uso de programas voltados a roubar dados do usuário.

De acordo com a empresa, os cavalos-de-tróia (programas que não são capazes de se replicar independentemente, como backdoors e rootkits) tiveram um crescimento de 8,76% de participação no cenário das ameaças.

Em contrapartida, os vírus e worms (ameaças que se auto-replicam) reduziram sua participação em 6,53%, enquanto os malwares (códigos maliciosos usados para criar pragas ou coordenar ataques) perderam 2,23% de participação.

Na análise da Kaspersky, o crescimento no uso de cavalos-de-tróia reflete a busca por informações capazes de gerar lucro aos crackers.

O número de cavalos-de-tróia circulando na rede aumentou 124% em relação a 2005, enquanto os malwares cresceram 43%. Já os vírus e worms sofreram uma queda anual de 2%.

Os dados levantados pela Kaspersky apontam para outra grande ameaça na rede: os programas voltados a roubar dados bancários dos usuários tiveram crescimento recorde de 402%.

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