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Vale a pena ter Skype nas empresas?

Para consultoria, a instalação do software deve ser feita se o risco de segurança não for alto

Por Tim Greene, para o IDG Now!*

08/03/2006 às 12h06

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Corporações devem pensar seriamente em bloquear o uso do Skype por causa dos seus riscos potenciais, mas não sem antes pesar se os benefícios não superam esses riscos, apontou um novo estudo do Burton Group.

“Se o risco for tão alto, bloqueie o Skype. Se o retorno supera esse risco, considere o aplicativo como parte de sua estratégia de comunicação”, disse Irwin Lazar, analista sênior da Burton.

A desvantagem do Skype é que ele pode violar políticas da segurança da empresa sobre o propriedade, tecnologias do peer-to-peer e pode servir como uma porta dos fundos nas redes. Falta a ele também uma plataforma de gerenciamento que permita gravar chamadas.

A vantagem é uma combinação de incentivos fiscais e meios de comunicação que funcionam de forma integrada. O Skype oferece ligações interurbanas e internacionais a baixo custo e consegue integrar voz, video e mensagens instantâneas em um ambiente que exibe o status de presença do usuário.

Além dos inconvenientes já citados, o Skype não é compatível com mecanismos de autenticação mais rígidos, que verifiquem se o usuário está autorizado para usar o serviço.

Também, devido a tecnologia baseada em mecanismos da internet, não há nenhuma garantia da qualidade do serviço, que seria importante para vídeo, de acordo com o estudo de Lazar, "Revelando a verdade sobre Skype."

O Skype também não atende às regras do governo americano, porque não grava as chamadas realizadas nem fornece informações sobre a localização de quem está fazendo as ligações, como exigem as regras E911.

*Tim Greene é editor da Network World, em Framingham.

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