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Para Intel, WiMax não precisa de leilão da Anatel para decolar

As redes WiMax estão crescendo e, segundo diretor de mobilidade digital da empresa, não dependem de licitações da agência nacional

Por André Borges, editor assistente do Computerworld

29/03/2006 às 12h29

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As redes de comunicação sem fio em longa distância, conhecidas como WiMax estão crescendo, e não dependem de licitações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A opinião é do diretor de mobilidade digital e comunicações da Intel, Ronaldo Miranda.

Segundo o executivo, a licitação das redes de 3.5GHz irão impulsionar a adoção das redes sem fio, mas não serão determinantes. A Intel, de acordo com Miranda, soma 43 projetos de WiMax no Brasil, dos quais cinco já estão em atividade. "Nossa previsão é que, neste ano, pelo menos mais dez projetos sejam iniciados na América Latina", comentou.

Durante evento em São Paulo, a Intel anunciou o acordo fechado com a Companhia de Processamento de Dados do Município de São Paulo (Prodam). O projeto, batizado de "São Paulo Digital", inclui a instalação de antenas em escolas, hospitais e órgãos públicos. A primeira antena instalada pela empresa fica na Zona Norte da capital.

A despeito da independência do WiMax com relação às licitações, o executivo da Intel espera que a Anatel realize, ainda neste ano, o tão comentado leilão da freqüência de 3.5GHz, o qual já foi realizado duas vezes, mas não atraiu o mercado.

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