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Propaganda online cresce 30% em 2005, segundo consultoria

Mesmo com o faturamento de US$ 12,5 bi, estudo aponta que anúncios online representam apenas 3,7% de todo o mercado publicitário

Por Juan Carlos Perez, para o IDG Now!*

20/04/2006 às 19h57

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Mesmo com o faturamento de US$ 12,5 bi, estudo aponta que anúncios online representam apenas 3,7% de todo o mercado publicitário

A propaganda na internet norte-americana cresceu 30% em 2005, mesmo que ainda permaneça como uma pequena porção do faturamento total da mídia, de acordo com um estudo divulgado nesta quinta-feira.

Os anúncios online alcançaram 12,5 bilhões de dólares em 2005, crescimento a partir dos 9,6 bilhões de dólares em 2004, uma taxa de crescimento descrita no documento como "enorme" pela Agência de Propaganda Interativa (IAB, em inglês), que gerenciou o estudo "Internet Advertising Revenue Report", conduzido pela PricewaterhouseCoopers.

Ambas instituições atribuíram o crescimento para o aumento efetivo dos anúncios online, que oferece uma variedade de opções para anunciantes para indicar seus produtos e serviços no mercado.

Ainda assim, a propaganda de internet representou apenas 4,7% do gasto total com propaganda nos Estados Unidos em 2005.

Enquanto a taxa apresenta um crescimento em comparação com 2004, quando as propagandas online representaram apenas 3,7% do mercado total, é ainda um pedaço pequeno comparado com outros segmentos do setor, como mala direta (56,6 bilhões de dólares), jornais (47,9 bilhões de dólares) e transmissão de TV (35 bilhões de dólares).

Entre as propagandas online, o formato mais usado, com 41% do setor, foi a de buscas, em que os anunciantes pagam companhias online para mostrarem o anúncio de texto com o link para a página do produto ou serviço relacionado com uma palavra-chave buscada em um sistema ou incluída em uma página.

O formato conta com concorrentes como o Google e o Yahoo e traz diferentes categorias, como listagens pagas, buscas contextuais e inclusão paga.

As propagandas visuais, como banners, vieram em segundo lugar com 20% do faturamento de 2005, seguido por classificados, com 17%.

*Juan Carlos Perez é editor do IDG News Service, em Miami

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