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Intel lança marca vPro para corporativo

Em anúncio previsto para esta segunda-feira, companhia aposta em estratégia similar à adotada com as plataformas Centrino e Viiv para PCs corporativos

24/04/2006 às 11h39

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Em anúncio previsto para esta segunda-feira, companhia aposta em estratégia similar à adotada com as plataformas Centrino e Viiv para PCs corporativos

A Intel planeja apresentar sua nova marca voltada a desktops corporativos – estratégia similar à plataforma móvel Centrino e marca de PCs para entretenimento Viiv – nesta segunda-feira (24/04), em uma conferência com a imprensa em São Francisco. De acordo porta-vozes da companhia no Brasil o nome da nova marca é vPro.

O anúncio foi confirmado pelo chief executive officer (CEO) Paul Otellini durante uma conferência telefônica com analistas. Otellini se referiu à novidade como uma “marca associada a desktops corportivos sobre a qual falaremos na segunda-feira”.

Na sexta-feira, o porta-voz da Intel Scott McLaughlin disse que a empresa planejava um “anúncio corporativo” em São Francisco, que abrangeria uma série de parceiros, incluindo a empresa de segurança Symantec. McLaughlin se recusou a comentar a declaração de Otellini.

Segundo observadores da indústria, a Intel planeja atrelar uma série de recursos corporativos à nova marca, de forma muito similar às capacidades wireless da marca Centrino.

“As três coisas em que eles vão focar são segurança, gerenciabilidade e eficiência em energia”, afirmou Richard Shim, analista de pesquisa sênior da IDC.

Com o investimento na nova marca, a Intel espera revitalizar o crescimento no mercado de desktops corporativos, que deve ser apenas estável na Europa e Estados Unidos, neste ano, de acordo com Shim.

As vendas mundiais de desktops para o corporativo cresceram 7,9% em 2005, totalizando 84 milhões de unidades, segundo a IDC.

Em 2006, esse número deve aumentar outros 6,1%, chegando a 89 milhões de unidades.

A Intel espera reproduzir o sucesso da plataforma Centrino com esta nova marca, acredita Nathan Brookwood, principal analista da Insight64.

“Quando a Intel olha para o Centrino, a conclusão é, ‘Puxa, este foi um grande acerto’. Eles gastaram 300 milhões de dólares com publicidade para a marca e 12 meses depois todo mundo achava que a Intel inventou o wireless”, analisou.

*Robert McMillan é editor do IDG News Service, em São Francisco.

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