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Pragas são encontradas em uma a cada 300 varreduras, diz Microsoft

Em pouco mais de um ano, software da Microsoft localizou programas maliciosos em mais de 5,7 milhões de computadores

Por Robert McMillan, para o IDG Now!*

12/06/2006 às 11h06

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Em pouco mais de um ano, software da Microsoft localizou programas maliciosos em mais de 5,7 milhões de computadores

A Microsoft divulga nesta segunda-feira (12/06) uma pesquisa que mostra, entre outras coisas, que as ferramentas de segurança encontram softwares maliciosos uma vez a cada 311 vezes que varrem um PC.

O dado é parte de um estudo que deve ser apresentado nesta terça, durante a conferência TechEd, em Boston.

As informações da Microsoft são relevantes porque dizem respeito a um amplo grupo de amostra, que inclui mais de 270 milhões de usuários da ferramenta Windows Malicious Software Removal Tool, que vem com o sistema operacional.

Entre janeiro de 2005 e março de 2006, a ferramenta removeu 16 milhões de códigos maliciosos de 5,7 milhões de computadores.

O software foi usado para fazer 2,7 bilhões de varreduras no período, encontrando softwares maliciosos em 0,32% dos casos, ou uma a cada 311 varreduras, segundo a Microsoft.

A companhia não revelou o percentual exato de PCs infectados - 5,7 milhões dos 270 milhões de PCs significaria uma em cada 47 máquinas, mas a Microsoft diz que o número de PCs verificados é bem maior, portanto a taxa de infecção é mais baixa.

O volume de pragas em circulação caiu para 41das 53 famílias de vírus, worms e rootkits existentes há 15 meses. E a ocorrência de 21 dessas variantes também decresceu bastante no período - mais de 71%. “Acho que o problema das pragas está diminuindo”, disse Matthew Braverman, gerente de programas do time de antimalware da Microsoft.

Mas nem todas as ameaças rastreadas pelo time de Braverman vieram de hackers. O famosos software de rootkit usado nos CDs da Sony BMG Music Entertainment para proteção de direitos autorais foi encontrado mais de 420 mil vezes e estava instalado em mais de 250 mil máquinas, o que significa que o rootkit foi reinstalado mesmo depois de removido.

O uso combinado de rootkits e outros softwares maliciosos está em voga. Os rootkits foram encontrados em 14% dos PCs infectados, sendo que em 20% destes casos era usado com um cavalo-de-tróia backdoor, programa que possibilita o acesso remoto à máquina infectada.
*Robert McMillan é e

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