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Usuários admitem pagar mais por PCs menos poluentes

Pesquisa que 70% dos usuários concordam em pagar até 229 dólares a mais por PCs que não tenham material tóxico em seus circuitos

Por Redação, do IDG Now!

26/06/2006 às 11h14

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Pesquisa que 70% dos usuários concordam em pagar até 229 dólares a mais por PCs que não tenham material tóxico em seus circuitos

Estudo conduzido pela organização Greenpeace afirma que 70% dos usuários mundiais de PCs afirmam que pagariam mais por máquinas com menor impacto ambiental.

O anúncio, feito nesta segunda-feira (26/06), coincide com o comprometimento da Dell em eliminar materiais tóxicos, como o policloreto de vinila (PVC) e retardantes de chamas bromados (BRFs), de suas linhas de computadores e notebooks até 2009.

A taxa de usuários que concordam em gastar mais por PCs "ecológicos" varia entre 54% dos alemães, 68% dos britânicos e 84% dos tailandeses, de acordo com a pesquisa, conduzida no começo do ano em nove países pela organização.

Entre as quantias que usuários estão dispostos a pagar, o México aparece na ponta, com um possível acréscimo de até 229 dólares por PC sem material tóxico. Logo atrás, aparecem China (199 dólares), Tailândia (138 dólares) e Reino Unido (118 dólares).

O documento aponta também que a maioria dos usuários acredita que os fabricantes deveriam ser responsabilizados pelo custo do descarte de materiais tóxicos dentro do micro.

Os mexicanos são os mais convictos sobre a responsabilidade ecológica das empresas, creditando a 66% delas a obrigação de descarte, seguidos por tailandeses (64%), alemães (57%) e chineses (53%).

Mesmo no primeiro lugar entre os países que acreditam na presença de materiais tóxicos nas máquinas, com 61%, o Brasil aparece na última posição entre os usuários que acreditam que a obrigação do descarte é das fabricantes, com 50% das respostas.

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