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Paris planeja oferecer 400 hotspots Wi-Fi gratuitos

Meta da cidade é cobrir toda a área metropolitana com redes sem fio até o final de 2007. Projeto custará 3 milhões de euros

Por Peter Sayer, para o IDG Now!*

07/07/2006 às 18h25

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Meta da cidade é cobrir toda a área metropolitana com redes sem fio até o final de 2007. Projeto custará 3 milhões de euros

A cidade de Paris pretende oferecer 400 hotspots gratuitos de Wi-Fi, com a meta de cobrir toda a área metropolitana com redes sem fio até o final de 2007.

A administração da cidade também vai encorajar o desenvolvimento de novos mobiliários para a cidade para tornar o uso de laptops mais confortável.

O objetivo é encorajar o desenvolvimento de um estilo de vida mais nômade nos espaços públicos. O projeto custará cerca de 3 milhões de euros (3,6 milhões de dólares), segundo o porta-voz da cidade Lionel Bordeaux. A cidade dividirá os custos com a administração responsável pela grande Paris.

Os hotspots devem ser capazes de servir 30 usuários simultaneamente, oferecendo uma qualidade razoável de acesso à internet, disse Bordeaux.

Paris não é a primeira cidade a ter esta ambição: São Francisco, entre outras cidades dos Estados Unidos, também planejam a cobertura do seu território por redes Wi-Fi, fornecidas pelo Google e pela EarthLink e parcialmente custeadas por anúncios.

Em Paris, a administração da cidade está entrando em uma área que é considerada por muitos domínio privado, tirando vantagem de uma lei francesa que diz que as autoridades municipais podem prover serviços de benefício público onde a oferta comercial for insuficiente. No entanto, a cidade quer que as empresas privadas também tomem parte na implementação da rede.

Os operadores de hotspots comerciais terão acesso a edifícios municipais, postes de luz, bancas de jornal e outros locais públicos, segundo a cidade.

Também será encorajado o desenvolvimento de um novo assento público amigável ao uso de laptop nos arredores de uma universidade no distrito sudeste da cidade.

O mobiliário poderia incluir bancos e cadeiras com apoio para laptop, além de tomadas que forneceriam energia solar.

Há planos de instalar hotspots em 63 bibliotecas públicas, 200 jardins e praças e 40 escritórios distritais.

*Peter Sayer é editor do IDG News Service, em Paris.

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