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Sites de celebridades e pornôs contêm mais malwares, afirma McAfee

Relatório sobre presença de spywares da SiteAdvisor aponta que páginas sobre estrelas passaram conteúdo pornô em ranking de incidência

Por John E. Dunn, para o IDG Now!*

09/10/2006 às 12h24

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Relatório sobre presença de spywares da SiteAdvisor aponta que páginas sobre estrelas passaram conteúdo pornô em ranking de incidência

O jeito mais rápido para se infectar com malware pode ser visitando um falso sites de celebridades ou, como é normalmente assumido, uma página dedicada a conteúdo pornô.

É o que afirma um recente estudo de pesquisas de malwares publicado pela McAfee que confirma um levantamento da Universidade de Washington, revelado em 2005,que sugeria que sites de celebridades ultrapassaram os pornôs como os meios preferidos de distribuição de malware.

Na verdade, a companhia conclui em "Adware e Spyware: Revelando a web financeira" que conteúdo pornô está apenas no terceiro lugar na liga de sites maliciosos, atrás de páginas de estrelas e que oferecem screen savers.

Mais pontualmente, malwares estão evoluindo em uma tendência que remete à primeira infestação em massa de spywares, ocorridas em 2003, diz a companhia. Foi a partir deste ponto que este tipo de praga começou a dominar o cenário de segurança até hoje.

Até agosto deste ano, a empresa advertiu que o número de variantes de adwares ultrapassou as 4 mil variantes, a partir das 450 famílias básicas. Entre 2000 e 2002, havia apenas um décimo disto - 45 famílias.

Analisando o modelo de negócios criminoso revela que o malware, em particular o adware, está mais tecnicamente sofisticado, envolvendo várias técnicas de ataque, e com altos lucros.

Os botnets estão no front desta guerra, com média de 6.800 dólares gerados por mês por cara rede com cerca de 13 mil computadores zumbis.

No estudo, a McAfee também sugere que falhas no modelo de negócios da internet poderá germinar pilares futuros para e-crimes.

"A mistura de criminosos e atividades legítimas de marketing confundem consumidores e anunciantes, tornando mais tênue a linha entre programas maliciosos e softwares de propaganda", diz o estudo.

"Oferecer suporte financeiro tão substancial apenas acelerará o aumento tanto na diversidade como no número de ameaças".

John E. Dunn é editor da TechWorld, em Londres.

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