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Office terá checagem antipirataria e IE7 traz componente do WGA

Microsoft reforça ações de combate à pirataria de software por meio de navegador e pacote de produtividade

Por Elizabeth Montalbano, para o IDG Now!*

27/10/2006 às 11h46

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Microsoft reforça ações de combate à pirataria de software por meio de navegador e pacote de produtividade

A Microsoft amplia suas ações de combate à pirataria com dois novos recursos. O Internet Explorer 7, liberado para download na última semana, traz consigo um componente do Windows Genuine Advantage (WGA), que checa se a cópia do sistema operacional do usuário é legítima.

Além disso, o pacote Office de softwares de colaboração e produtividade passa nesta quinta-feira (26/10) a ser submetido a checagens atipirataria obrigatórias pela Microsoft.

O programa Office Genuine Advantage (OGA) passará a exigir a validação para downloads de templates baixados do Office Online, a partir desta data.

A partir de janeiro, usuários do Office Update também terão que validar suas cópias antes de usar o serviço, disse a Microsoft. A empresa disse em um comunicado de imprensa que a validação será “rápida e simples” para o usuário. O OGA, atualmente em fase de testes, está disponível em 26 línguas em todo o mundo, inclusive no Brasil.

O OGA é um programa irmão do WGA, lançado em junho de 2005 para verificar se o usuário utiliza cópia original do sistema operacional. A Microsoft integrou esta checagem diretamente no Windows Vista, como parte do que chama de "Software Protection Platform".

Apesar do sistema automático de validação, o usuário do Vista deverá ativar sua cópia do software com uma chave válida em 30 dias, senão seu sistema funcionará com recursos limitados. Neste modo, o usuário só poderá navegar na internet por uma hora, depois disso o sistema irá desconectá-lo e ele terá que se autenticar novamente.

Recentemente, a Microsoft aumentou os esforços de combate à pirataria e falsificação, mas estas iniciativas encontraram resistência dos usuários.

Em especial, o sistema de notificação de cópias do WGA foi criticado por agir como um spyware na máquina do usuário, mandando dados para a Microsoft pela internet.

*Elizabeth Montalbano é editora do IDG News Service, em Nova York.

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